quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Seria Jesus Cristo um Extra terrestre ?


18/ 10/ 2003 – “Tenho a impressão de que Jesus Cristo foi um extraterrestre, porém de estrutura cósmica ou metafísica mais sutil”. A afirmação corajosa foi feita por Dom Fernando Antonio Sampaio Pugliese, bispo da Igreja Católica Brasileira, nas entrevistas que concedeu para o ‘Programa do Jô’, da Rede Globo e para uma publicação especializada em Ufologia. Dom Pugliese, que é bispo em Maceió – AL, acredita que a chamada ‘aparição’ da Virgem em Fátima, Portugal, foi uma manifestação ufológica. O bispo desconfia ter ‘chips’ alienígenas implantados num dos seus pés.

Dom Pugliese estudou filosofia e teologia na Pontifice Universidade Gregoriana Romana e nos ateneus de Paris, Lindsbruk e Munique. Conheceu e foi pupilo do francês Gabriel Marcel, um dos maiores existencialistas do pós-guerra. O bispo conhece também hebraico que, segundo ele, é fundamental quando se busca a possível relação do fenômeno ÓVNI na história da Humanidade.

O bispo começou a se interessar por Ufologia no final da década de 1957, quando começou a ler uma série de reportagens publicadas pela extinta revista ’O Cruzeiro’. Ficou impressionado com o famoso ‘Caso Trindade’: ”O caso ocorrido nas imediações da Ilha de Trindade foi detalhadamente descrito e ilustrado com ótimas fotografias, tiradas de bordo de um navio da Marinha brasileira por um repórter que estava em missão jornalística naquela embarcação”, lembrou.

AVISTAMENTOS - Dom Pugliese já teve incontáveis avistamentos de ÓVNIs. Conforme o bispo, o mais impressionante deles ocorreu às 22h40 de 22 de dezembro de 1984, quando rezava o rosário no quintal de sua casa. Segundo ele, o ÓVNI era muito iluminado, tinha cor alaranjada e surgiu por trás de um abacateiro. O diâmetro do suposto disco voador aparentava ter 20 metros. O estranho objeto deixou de emitir luz, começou a subir lentamente e, em seguida, ‘arrancou’ em alta velocidade, até desaparecer.

Dom Fernando Pugliese disse que, apesar de ter testemunhado várias aparições de ÓVNIs, nunca viu um ET de perto, mas admite que já teve visões de entidades angelicais.

Sobre a desconfiança que tem de ter implantes alienígenas num dos pés, o bispo os descreve como ”duas pequenas bolinhas no pé esquerdo” que, de acordo com ele, foram descobertas quando precisou tirar uma radiografia – em julho do ano 2000 - para averiguar o que causava as dores freqüentes que sentia naquele pé.

Além de um esporão calcâneo, o laudo médico descreve ”uma imagem filiforme de densidade cálcica, que pode ser compatível com um corpo estranho”.

BÍBLIA E ETs - Sobre as referências a civilizações extraterrestres na Bíblia, Dom Fernando Pugliese revela ter encontrado fortíssimas insinuações nos textos correntes ou normais do Antigo Testamento, além de referências claras em mensagens cifradas: ”Notadamente no capítulo 60 do Profeta Isaías, é especificada uma próxima manifestação de seres extraterrestres gigantes. O mesmo ocorre no texto do profeta Daniel, no capítulo 12, na parte conhecida como Apocalipse de Daniel. Na Torah, encontramos menção a um grupo de 318 entidades extraterrestres”, revela.

Pugliese acredita que há uma relação ”profundíssima” entre seres extraterrestres e Jesus Cristo. ”Tenho até a forte impressão de que Jesus foi um ‘deles’, porém, de estrutura cósmica ou metafísica mais sutil, a ponto de poder tornar a natureza humana através da encarnação em um corpo feminino, que foi o de sua mãe telúrica, a Virgem Maria”.

O bispo cita algumas peculiaridades de Jesus que reforçam suas suspeitas: “Pelas suas características somáticas ou mesmo psicosomáticas, dá para se notar eu seu corpo, a despeito dele ter sido também humano, tinha aspectos especiais. De acordo com as narrativas evangélicas, eu ressaltaria o fato de que, em momento de grande angústia ou depressão, Jesus podia suar gotas de sangue, fenômeno conhecido na Medicina como hematidrose”.

Sobre a chamada ‘aparição’ da Virgem de Fátima, o bispo da Igreja Católica Brasileira diz acreditar que se tratou de uma manifestação ufológica devido a vários detalhes incomuns. ”Tenho o privilégio de possuir os mais quentes depoimentos das testemunhas daquele fato, colhidos com rigor pelos canais competentes. Eles dão conta da real natureza dessa manifestação”.

Finalizando, Dom Fernando Pugliese dá sua opinião sobre os boatos de que existiriam grupos poderosos de pessoas escondendo as menções da Biblia sobre extraterrestres: ”Tenho convicção de que existem grupos, pessoas e religiosos de alto nível que sabem muito a respeito da existência e atuação de extraterrestres não só aqui, no planeta Terra, mas também fora dele. Mas tratam disso de forma altamente reservada, por força de conveniências políticas, psicológicas e, sobretudo, religiosas”.

O Misterioso Povo DOGON.


Segundo o povo africano Dogon, seus ancestrais foram visitados por extraterrestres vindos do planeta Nyam Tolo, que orbita Emme Ya, de quem receberam avançado conhecimento astronômico.

Os Dogons são uma tribo, ao que se acredita, de ascendência egípcia. Depois de saírem da Líbia, há muitos séculos, fixaram-se em Mali, África Ocidental, levando consigo as tradições astronômicas, que remontam ao Egito pré-dinástico, anterior a 3200 a.C.

Em fins da década de 1940, quatro sacerdotes Dogons contaram a antropólogos franceses uma tradição oral secreta da tribo, que dizia respeito a estrela Sírius ( 8,6 anos-luz da Terra ). Disseram os sacerdotes que Sírius tem uma estrela companheira, invisível ao olho humano, que circula numa órbita elíptica de 50 anos à volta de Sírius A, é pequena, composta de um material super denso, chamado sagala - mais pesado do que todo o ferro da Terra - e gira sobre o próprio eixo. Tudo isso é verdade, mas é digno de nota, porque a anã-branca companheira de Sírius, chamada Sírius B, foi fotografada pela primeira vez em 1970. Sua existência é cogitada desde 1844, mas só foi vista ao telescópio em 1862. E só nas primeiras décadas do século XX se soube que era uma estrela densamente compactada (um único metro cúbico de sua matéria pesa cerca de 20 000 toneladas).

A crença dos Dogons, por outro lado, ao que se supõe, data de milhares de anos. Mesmo que este povo tivesse acesso aos modernos livros ocidentais de Astronomia, só poderiam saber de Sírius B ou, ainda sobre este assunto, das rotações e órbitas dos planetas de nosso sistema solar ou das quatro principais luas de Júpiter e dos anéis de Saturno, por meio, segundo indica sua mitologia, de fontes extraterrenas.

As fontes extraterrenas eram os Nommos, seres anfíbios de aspecto repulsivo, que chegaram numa 'arca', em companhia do 'fogo e do trovão'. Viviam no mar, na maioria e foram retratados como parcialmente pisciformes, lembrando, de um modo geral, as entidades marinhas (sereias, tritões e ri).

O Nommo (a quem os Dogons se referem tanto no singular como no plural) é aparentemente a mesma criatura que os babilônios chamam Oanes, os acádios, Ea e os sumérios, Enki. A deusa egípcia Ísis, retratada de uma forma que mais tarde seria chamada de sereia, também está associada ao culto Sírius. Dizem os Dogons que existe uma terceira estrela no sistema de Sírius. Maior, mais brilhante que a Sírius B, a Sírius C também gira em torno de Sírius A. Na órbita dessa terceira estrela há um planeta, de onde vieram os Nommos.The Sirius Mystery, duas décadas depois de publicado, caiu no esquecimento e o mistério do curioso conhecimento astronômico dos Dogons permanece.

(*)CIÊNCIA CONFIRMA MITO DOGON - Ao final de 1930, quatro sacerdotes Dogon concordaram em revelar a maior parte das tradições secretas - os mitos acerca da Estrela Sírius, que está há 8,6 anos-luz da Terra - para dois antropologistas franceses, Marcel Griaule e Germain Dieterlen, após passarem quinze anos em aprendizado com a tribo.

Os sacerdotes disseram que Sírius (A) está em companhia de uma estrela que é invisível ao olho humano. Esta estrela, que é incrivelmente pequena e pesada, rotaciona em torno de seu eixo, e se move em uma órbita elíptica de 50 anos em torno de Sírius A.

Inicialmente os antropologistas publicaram tais revelações em um obscuro jornal de antropologia, pois não deram crédito às informações.

O que eles não sabiam é que desde 1844, astrônomos já suspeitavam que Sírius A possuía uma estrela em sua companhia. Isso foi descoberto, em parte, quando foi observado que a trajetória da estrela oscilava. Enfim, em 1862, Alvan Clarck descobriu a segunda estrela, o que tornaria Sírius um sistema binário estelar (duas estrelas).

Em 1920, foi descoberto que Sírius B, a estrela companheira de Sírius A, era, na verdade, uma estrela anã-branca. Anãs-brancas são de fato pequenas e densas, que queimam em tom ofuscante. E a força de sua gravidade provoca um movimento ondulatório em Sírius A. Sírius B é menor do que o planeta Terra.

O nome Dogon para Sírius B é Po Tolo; Po siginifica 'a menor semente' e Tolo, 'estrela'. A 'semente', nesse caso, se referiria à Criação, a Criação do Homem.

Com esse nome eles tentaram expressar o tamanho diminuto da estrela. É, segundo eles, a menor coisa que existe.

Eles também alegam que é a estrela mais pesada, e que sua cor é branca.

Com essa informação, os Dogons confirmaram a terceira principal propriedade de Sírius B: pequena, densa e branca.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Médico trata de pessoas abduzidas


Fonte : Revista Galileu

Ele cuida de pessoas que dizem que foram abduzidas; e acredita nelas.

Mariana Viktor



Por que você foi parar nessa área?Desde os 14 ou 15 anos me interesso por ufologia, por causa de um professor que falava muito disso em aula. À época, ele tinha um programa de TV chamado “Inteligência” onde ele apresentava o tema e despertou o meu interesse.

Dentro da fenomenologia ufológica há o contatado – o indivíduo que teve contato com os ETs – ou o indivíduo que foi abduzido, ou seja, que contra a sua vontade é levado por um óvni. A ufologia inclui um desmembramento grande: há o avistamento, há os que dizem que têm contato com óvnis ou com seres extraterrestres e tem os que se dizem raptados por esses seres.

A grande diferença é que o contatado manteria um contato telepático ou algo assim brando, enquanto o abduzido é levado contra a sua vontade. Daí a nossa pesquisa, dentro da área do comportamento humano, sobre o que é verdade e o que é imaginação. Até a ufologia, a meu ver, é o estudo do comportamento humano frente a um fenômeno desconhecido. Assim como há as distorções das religiões – tem gente que diz que fala com Jesus e com santos – também há quem converse com ETs. É verdade ou mentira? Então, dentro da ufologia – que busca seguir uma linha mais científica – vamos ter a investigação daquela ocorrência que a pessoa está contando e ver se é real ou é fruto da imaginação ou uma forma de ela chamar atenção.

Quem costuma dedicar-se a esse campo de estudo no Brasil?Temos os grupos ufológicos, a revista UFO – que é a publicação especializada no assunto há mais de 30 anos...

Existe um grupo de médicos estudando o comportamento humano diante disso?Não. Há médicos dentro dessas agremiações que se interessam e que eu conheço e há os mais ou menos especializados nas pesquisas desses fenômenos.

Quantos médicos se interessam por isso no Brasil?Há vários. Mas há o médico que é crédulo – e sua investigação é complicada nesse sentido, porque sua fé acaba interferindo e fica colocada na frente da ciência. O resultado são médicos falando besteiras sobre Zé Arigó etc. Ou seja, é preciso ter um conhecimento e uma vivência para você poder entender e conhecer mais a fundo esse tipo de fenômeno.

Quantas pessoas com esse tipo de problema você atendeu?
Eu sou consultor da revista UFO e sou um dos únicos médicos da UFO, e então eu tive a oportunidade de atender um guarda noturno, por exemplo, que foi encontrado desmaiado depois de dar alguns tiros com seu revólver. Pensaram que ele tinha sido assaltado ou coisa assim. Ele disse, porém, que viu uma luz de um objeto muito luminoso que direcionou a luz para ele, ele se apavorou e, depois de atirar, ele desmaiou. Ele contou que foi levado para uma sala onde havia seres de olhos e cabeças grandes e onde ele foi examinado numa espécie de consultório. Há casos em que o indivíduo apresenta marcas, lesões, eczemas e equimoses que ele não teria como produzir por si, pelo tipo de lesão. O sujeito fica, por exemplo, com as costas cheias de marquinhas roxas, como se tivesse recebido uma série de ventosas ali.

Esse caso do guarda noturno foi em São Paulo?Não, esse foi um caso conhecido e aconteceu em Rondonópolis. Há casos e casos. Quando há uma história corroborada – essa é uma das investigações da ufologia – por várias testemunhas, ela terá um grau de credibilidade maior que aquele que só o indivíduo é testemunha. Esse caso em si apareceu em todos os jornais da época – acho que foi na década de 1980 – e a investigação gira em torno de saber se mais gente viu e em avaliar psiquiatricamente o indivíduo para saber se ele toma drogas, se estava alcoolizado. É uma triagem.

Quantos casos você atendeu até hoje?Uns 40 ou 50 casos como médico.

Desses 50 casos, quantos você teve grandes evidências de que se tratava de um contato real com ETs?Toda evidência ufológica é falsa em 99% dos casos. A ufologia mundial considera em torno de 1% das fotografias, observações etc. reais. O resto é erro de interpretação, psicose, angústias e muitas vezes as chamadas falsas memórias, que é muito comum em medicina. A pessoa tem a maior certeza de que aquilo aconteceu e na realidade não aconteceu nada.

E o que seria isso? Um estado de sono, de sonho?São estados psicóticos. É o que acontece com muitos pacientes que me procuram alegando contatos e que os seres falam com eles, eles têm implantes no corpo – e na realidade não existe nada. É uma ilusão da pessoa, algo que não é real e que a pessoa simula – é uma psicose.
Nós já pegamos alguns casos – eu participei até como repórter na Manchete Documenta, SBT Repórter e até a Globo já pagou para nós, porque o grande problema no Brasil é custo. Uma tomografia custa quase mil reais. Para você investigar, falta dinheiro. A Globo já chegou a pagar, foi o Caco Barcelos que falou com a gente, para ver se era verdade ou não. O caso mais famoso que tivemos foi a Operação Prato – que é um dos casos mais bem-documentados, onde, em Belém do Pará, as pessoas estavam tendo uma série de observações e dentre elas o prefeito entrou em contato com a Aeronáutica para investigar. As pessoas viam luzes muito fortes, que jogavam um raio de luz verde no peito das pessoas, ficava uma marca e a pessoa passava a apresentar sintomas de anemia, fraqueza, desânimo, angústia etc. E o pessoal da ufologia – a Comissão Brasileira de Ufologia – tem um processo contra o governo federal porque ele tem sonegado informações sobre esses eventos. E a Operação Prato é uma delas – todas as conclusões estão sob o manto do sigilo. Tem muita coisa oculta nisso, e ocorreu faz uns 15 ou 20 anos. Essas coisas tem na internet (www.ufo.com.br e o meu grupo: www.infa.com.br e também tem o www.tvinfa.com.br, que tem uma série de matérias que oferece uma bela idéia, com casos completos etc.).

Você já atendeu uma pessoa que teve contato real com óvnis?Alguns casos, como esse de Rondonópolis e outro de Botucatu – que também foi muito comentado na época e que eu atendi a pessoa. Esse caso envolveu um vigia da Santa Casa de Botucatu e numa noite ele sentiu dor de cabeça, saiu de casa de madrugada para ir à farmácia e viu uma luz e sumiu. Quando voltou, veio pelado, com um óleo no corpo e marcas no peito semelhantes a hematomas e contou que foi levado para dentro de um UFO e chegou a ter uma relação sexual com uma mulher. A mulher, segundo ele, era normal, da Terra. O interessante nesse evento é que o vigia era muito humilde e chamava atenção a vergonha dele ao contar o ocorrido, porque ele é casado, tem filho. Como ele vai contar que foi levado por não sei quem pra não sei onde e transou com uma mulher? Teoricamente, ele ficou algumas horas sumido durante a madrugada – ele reapareceu por volta das 4 ou 5 da manhã. Ele chegou a ir na delegacia dar queixa – imagina a gozação! Na época eu fazia medicina em Botucatu e tive a oportunidade de ser um dos primeiros a falar com ele e ter uma idéia do que poderia ter acontecido.

Você chegou a tratá-lo? O que você sentiu dele?
Sim, porque nos casos verídicos a pessoa fica com angústia, diarréia, insônia terrível, pode apresentar até um quadro de Síndrome do Pânico – porque ela foi atacada, é como uma pessoa que sofre um seqüestro-relâmpago, um estresse pós-traumático – e nós temos uma forma de tratar disso dentro do quadro psiquiátrico que ela apresenta.

Como você tratou esse caso?O caso foi para a TV, no Programa Flávio Cavalcanti, foi parar no “Notícias Populares”, com a manchete “Homem foi estuprado por ET”. Hoje melhorou a abordagem – hoje é normal você falar “eu faço reiki” – mas alguns anos atrás você seria considerada maluca. Imagine quem acreditava em disco-voador 30 anos atrás.
Esse caso eu acompanhei por uns 3 ou 4 anos. E o pior é que o camarada não era nada, era um anônimo, um porteiro de Santa Casa do interior, e de repente vira uma celebridade, assediado por jornalistas do mundo inteiro, vai pra TV, pro Flávio Cavalcanti, conhece personalidades, foi até para o exterior – é um Big Brother gigantesco. Imagina o dano psicológico que isso causa. E o que acontece depois de um tempo? A novidade passa... e ele volta a ser nada. E em ufologia é muito comum as pessoas que tiveram um primeiro evento real passarem a inventar histórias depois para manter a fama. “Ah, aconteceu de novo”. Aí a pessoa frauda marcas no corpo, a segunda história não tem a consistência da primeira. É a chamada ”síndrome do contatado”. E acontece na grande maioria dos casos – e com esse cara não foi diferente. Ele tinha no peito uma marca diferente. Eu presenciei pessoas falando assim: “Seu João, deixa eu ver a marca. Ele abria a camisa, a pessoa tocava a marca e se benzia”. O cara não era nada e virou um santo.

Como é o tratamento num caso desses?Primeiro o ajudamos a diminuir a ansiedade, ajudá-lo a dormir novamente, a reduzir o quadro de pânico. Como em qualquer caso de estresse pós-traumático, ele vai melhorando e se encaixando novamente à sua rotina normal. É como uma mulher que é estuprada e tem um tratamento, um acompanhamento psiquiátrico – a situação dela é melhor que a da coitadinha que é estuprada e não pode nem falar pra ninguém. A tal mulher teve relações com ele e depois eles o mandaram de volta. E foi um caso importante porque a árvore ao lado da qual ele foi deixado tinha todo um lado da copa queimado – havia uma série de evidências físicas que chamavam muita atenção e dão veracidade ao caso.

Ele lembra da abdução ou desmaiou?
Ele lembra que foi levado, descreve o local, a mulher, que ela estava nua e que, quando ela aproximou a mão da cabeça dele, ele apagou e não lembra de mais nada. Ele não lembra nem do ato sexual. Interessante é que o FBI investigou vários casos de abdução nos EUA e descobriu que não houve abdução. As mulheres eram estupradas pelo pai, pelo primo, pelo tio e a mente apagou essa memória e coloca um ET no lugar. É uma forma de proteção que a mente tem. É bastante comum a mulher estuprada bloquear a lembrança da cara, do jeito da pessoa... ela apaga para se proteger do evento.

Esse caso do vigia foi real?Sim, com certeza. Até porque em ufologia, um dos princípios é evitar ao máximo dar qualquer informação para a pessoa, porque ela pode usar a informação pra “enriquecer” seu relato e não se quer isso. Se você disser “o ser tinha cabeça grande?”, a pessoa tende a responder “isso!” É preciso um preparo para ver o que perguntar e como. Hoje todo mundo sabe o que é um ET – todos conhecem a história do ET de Varginha. Eu falo até sobre a hipnose numa matéria que você vai ler: a veracidade do relato sob hipnose é relativa, porque se você tiver um sonho muito vívido, sob hipnose você dirá que o sonho aconteceu de verdade. A hipnose é uma forma de sugestibilidade – não é porque a pessoa está hipnotizada que tudo que ela fala é real. Um psicótico que acredita que um ET o persegue vai confirmar isso sob hipnose. Por isso a hipnose não é usada como uma forma de o assassino confessar, por exemplo. Tem um caso famoso de um negro casado com uma branca nos EUA e eles tiveram um lapso de memória de mais de 10 horas e são levados a um médico hipnólogo e o cara tira toda uma história pela hipnose do que aconteceu, mas isso não significa que é verdade.

Qual o caso mais recente que você tratou e que tem grandes chances de ser real?Na ufologia, você nunca sabe se aquilo é real ou não. Ainda mais com a divisão entre uma ufologia mais científica, mais pé no chão, e a chamada ufologia mística, que se reúnem e psicografam e falam com os seres de Alfa-Centauri e até com o famoso Comandante Ashtar Sheran, que estaria aqui para nos ajudar – e é incrível como o visual do Comandante lembra Jesus Cristo. Os mitos se modernizam. Ninguém mais se considera Napoleão, mas figuras modernas. E os seres dizem coisas pra pessoa, ela é especial, diferenciada.

Qual o caso mais legal que você atendeu, descontando o fato de ser verdade ou não?Esse caso de Botucatu foi muito interessante, o caso de Rondonópolis – o camarada ficou alterado de tal forma que deu o nome do filho de “Óvnis Homis Terráquios”. Temos até uma cópia da certidão de nascimento. Pra você ver onde chega a loucura das pessoas.

Quando você percebe que é um caso de psicose, você consegue trazer de volta um pouco da sanidade da pessoa?
Se a pessoa segue o tratamento – é o caso do psicótico que ouve vozes, se sente perseguido, depressivo e tem grandes alterações de humor – a gente consegue ajudar muito a pessoa, dependendo do contexto. O problema é que muitas dessas pessoas freqüentam ambientes onde essa psicose é alimentada. É como a história do evangélico fanático: a congregação estimula sempre mais o fanatismo, precisa pagar o dízimo e não pode se afastar da igreja senão os demônios vão pegá-lo. É muito importante a participação da família, dos amigos. Costumam ser pessoas separadas, com distúrbios familiares – e que precisam de uma fuga da própria realidade.

E esse caso de Rondonópolis – o que aconteceu?
Essa pessoa, depois de ter visto essa luz, foi divulgado no jornal que ele teve duas paradas cardíacas e foi para o hospital. O irmão dele morava em SP, contatamos o irmão e eu comecei a tratar o cara – e nós constatamos que ele nunca teve parada cardíaca. Consegui na Santa Casa que ele fizesse tomografia para ver se teve alguma alteração neurológica, algum tumor... e não tinha nada. Ele disse que tinha uma insensibilidade, que podia furar o corpo, ser queimado com cigarro e falava isso para os jornalistas e eles diziam: “ah, então eu posso encostar o cigarro no teu peito?”... e ele dizia que sim, e tinha várias marcas de queimaduras e dizia que as pessoas podiam fazer que ele não sentia nada. Olha o perigo disso: enfiar uma agulha na barriga e ter uma peritonite, pela ignorância dos dois lados. É claro que ele sentia, mas a dor é relativa, é psicológica: tem gente que se arranha e morre de dor e outro que tem a coluna toda torta e não tem dor alguma. É o psicossomático. Qual a maior dor? Depende da pessoa, do momento, da fase da vida...

Os ETs somos nós?
O estudo da ufologia direciona a pesquisa para o próprio eu. Todo mundo gosta de ser o escolhido, aquele que viu, o especial. Eu já vi pesquisador botando um monte de besteira na cabeça da pessoa e o camarada aceitando e adorando aquilo. Um advogado, um economista, um contador vai a um congresso de ufologia para apresentar um caso que ele pesquisou – e daí ele ganha fama e usa a ufologia pra ganhar a condição de especialista em algo que é a única coisa que sobrou pra ele.

Esse 1% de contatos reais... qual seria a razão? Já se sabe algo sobre?
É a grande pergunta. Quem são? De onde vêm? O que querem? Jacobs diz que eles fazem experiências e nós somos ratos de laboratório deles. Outros dizem que somos um estágio anterior à evolução deles – seus irmãos menores. Também a idéia de que os grandes governos – EUA, Rússia... – teriam conhecimento disso e acobertariam as informações.

Onde ocorre a maior incidência de casos no mundo?
O fenômeno é mundial e atemporal, desde que a humanidade é humanidade. Na Inglaterra tem aquela história dos círculos nas plantações

sábado, 15 de agosto de 2009

Carl Sagan e o Planeta X dos Sumérios


No livro de Carl Sagan escrito junto com sua esposa Ann Druyan de nome “O Cometa” onde eles afloraram a possibilidade de uma estrela invisivel, o corpo denominado como “A Estrela da Morte”, publicado em 1985.
“A maior parte das estrelas do céu são membros da dupla ou múltipla estrelas sistemas. Em um típico sistema binário, duas estrelas separadas por vários AU (Unidades Astronomicas) estão fazendo um majestoso gravitacional Fandango. Muitas vezes as estrelas estão mais separadas. Em alguns casos, vemos duas estrelas gravitacionalmente vinculados um a outra, mas separadas por 10000AU. Pelo menos 15 por cento das estrelas no céu parecem ter uma estrela companheira a esta distância.

A estrela mais próxima para o sistema Alpha Centauri, 4,3 anos-luz de distância, é uma estrela dupla com um terceiro sol, a companheira distante a chamada Alfa Centauri, à 10000AU das duas estrelas brilhantes.

Muitas vezes, a estrela companheira é muito fraca, o que sugere que pode haver muitos ainda não descoberto, muitas sendo binárias. É possível que a maioria das estrelas na galáxia é tão fraca que os astrônomos chamam-lhes anãs marrons ou negras. A maioria dos companheiros pode ser distante do presente tipo.

O sistema solar parece ser uma excepção. Nós não sabemos de qualquer companheira para o sol. Mas se não fôssemos uma excepção, se o Sol tinha um invisível estrela em uma órbita muito específicas e, em seguida, a extinção clockwork novamente pode ser entendida.”

Sagan e Druyan, em seguida, vá para descrever como uma tal ‘invisível’ estrela poderia ter uma órbita elíptica que ocasionalmente jostles os cometas na nuvem Oort e envia um mortal chuva de cometas como conhecemos. As anãs marrons elepticas orbita a cerca de 1,4-luz anos, chegando a uma posição periélio de 10000 AU. Mais interessante, eles passam a considerar como o marrom anão poderia ser a base de “primitivas” mitologia, criando um mito de uma escura irmã para o sol. Carl Sagan parece ter considerado a teoria Estrela Escura, em 1985, quando eu ainda estava na escola! No entanto, como temos visto, este assunto é altamente especulativo como um disparate. Sagan mantendo a sua reputação e a habilidade como um comunicador de conhecimento científico, fez bem como desfrutar de especulação, e que só serviu para aumentar cada vez sua posição aos olhos do público. Ele estava disposto a dizer o que os outros pensavam, e ele estava muito perdido.

Ele defendeu a sua inclusão deste material, desta forma:
“Um sol invisível a atacar a Terra com cometas parece delírio ou, na melhor das hipóteses, o mito. Mas a teoria é séria e respeitável, se altamente especulativa, na ciência, porque a ideia principal é testável: Você encontra a estrela e examina suas propriedades orbitais.”

Eu não poderia concordar mais. Especulações sobre Planeta X, ou uma anã castanha na nuvem Oort, e sua conexão com o mito antigo, é uma hipótese testável e devem ser considerados científicos. Infelizmente, no alto da ciência, que geralmente não é pensado desta forma. Dr. Sagan estava à frente do seu tempo, não há dúvida sobre isso.

A Voyager 1 foi enviado em seu caminho em 1977, um ano após o primeiro livro de Sitchin, “O 12° Planeta” saiu. É desfrutado espectacularmente bem sucedida turnê um dos planetas exteriores antes na posição no Cinturão Kuiper e além. Curiosamente, apesar de ter viajado por o plano da eclíptica ao encontro com os vários planetas exteriores, não continuou com esse espírito que ela deixou o planeta do sistema solar. Foi em ritmo de decolagem do avião, a subir em uma inclinação à eclíptica na direção do constelação Ophiuchus. Do mesmo modo, a Voyager 2 sofreu um semelhante, inexplicável voo fora do plano da eclíptica.

No site “A missão Voyager” dá detalhes de seu destino, embora aquém da realidade a dizer-nos da seu estelar destino:
“A Voyager 1 completou seu planejado vôo do sistemas planetários Júpiter e Saturno, enquanto a Voyager 2, para além da seu próprio vôo perto de Júpiter e Saturno, completou o vôo perto dos restantes dois gigantes gasosos, Úrano e Neptuno.
A Voyager 1 está escapando do sistema solar a uma velocidade de cerca de 3,5 UA por ano, 35 graus fora da eclíptica, num vôo para o norte, na direção geral do Solar Apex (a direcção do movimento do Sol em relação à vizinha estrela). Voyager 2 também escapou do sistema solar a uma velocidade de cerca de 3,1 UA por ano, 48 graus fora da eclíptica vôo para o sul.”

Porque um vôo a 35 graus à eclíptica? Afinal, é sabido que a Pioneer 10 está a caminho Taurus, no plano da eclíptica. A final trajetória destas sondas aos planetas exteriores não foi certamente por acaso, caso não planejada. A sondas Voyager foi conduzida com sucesso em torno de outros planetas no sistema solar, de tal forma que eles estariam em curso para definir com precisão os planetas exteriores. Então, na parte final do percurso das suas viagens foram seguramente não na “volta dos deuses “, mas foram executadas similarmente com alguns conhecimentos prévios.

Das quatro sondas enviadas para além Netuno, as duas sondas Pioneer, 10 e 11, manteve ao longo das trajetórias plano da eclíptica.

A Voyager 1 escapou dos planetas para o norte, a Voyager 2 para o sul. Isto implica a antecipação das futuras descobertas de novos corpos planetários além de Netuno. Baseado na divulgação da rede de largura, como era o caso, a missão permitirá aos cientistas triangular a localização de um corpo maciço perturbadores.

NASA deixa bem claro que as missões Voyager e Pioneer terminou há pouco tempo, quando completou seus passeios dos planetas exteriores. Há pouco contato entre a missão de controle sobre a Terra e as sondas agora bem distantes. Nesse sentido, suas missões não são estritamente acabadas, mas não há nenhum plano para experimentar e descobrir o Planeta X. No entanto, as perturbações na órbita trajetórias dos sondas Pioneer levantaram algumas questões, particularmente no que diz respeito à sua anômala “abrandar”. Trata-se de uma enorme pena que estas sondas não podem ser controladas com maior rigor, os seus restantes níveis energia a ser demasiado baixa para manter contato útil.

Há outro aspecto interessante sobre estas sondas. A NASA incluiu um cartão magnetico a bordo a partir da Terra em cada sonda espacial. Dr. Sagan foi responsável na criação dessas mensagens a partir da Terra, e pergunto-me se o seu anterior interesse na antiga Suméria textos sobre o Anunnaki tiveram qualquer influência sobre o seu trabalho nesta área. Os críticos desta especulação pode referir-se a Sagan’s discussões de “pseudo-ciência” para indicar o seu desagrado geral de “ciência alternativa”. Na realidade, muitos na franja ciências consideram Dr. Sagan ter sido um líder fiel[verdadeiro]. A verdade é mais complexa.

Surpreendentemente, alguns dos primeiros escritos de Carl Sagan diretamente dizem respeito à possibilidade de contato extra-terrestre em nosso passado distante. Dr. Sagan foi claramente muito mais de espírito aberto a essas possibilidades antes de seu trabalho sobre Voyager na anos 70. Em 1966 seu livro “Vida Inteligente no Universo”, co-escrito com I. Shklovskii Sternberg do Instituto Astronômico e Academia de Ciências Soviética, Sagan escreve o seguinte:
“Eu sinto que, se a civilização Suméria é representado pelos descendentes dos sumérios de seres de origem não humana, as legendas devem ser examinados atentamente. Não alegação de que o seguinte é necessariamente um exemplo de contato extraterrestre, mas é o tipo de lenda que merece estudo mais cuidadoso. Tomados pelo valor nominal, a legenda sugere que ocorreu contato entre seres humanos e de não-humano civilazados de imenso poderes às margens do Golfo Pérsico, talvez perto do local da antiga cidade de Eridu Suméria, no 4° milénio aC, ou mais cedo.”

Sagan passa a descrever vários cilindros selos alusivos a Mesopotâmia dos deuses, e os laços com essas imagens em que os planetas do mesmo modo que Sitchin. Mas é preciso lembrar que esta análise de Carl Sagan foi publicado 10 anos antes de Zecharia Sitchin liberar o livro “O 12° Planeta”. Notavelmente, Sagan parece ter-se pré-excluídos Sitchin. Aqui, Sagan descreve sua análise do cilindro selos da enigmática Suméria:
“Sobre o cilindro selos tem as ilustrações, por essa razão geralmente desafiado as tentativas de compreendê-las em detalhe. Referem-se a outro material mitológico perdido… Em cada um, existe uma clara representação de algum objeto celeste – um círculo central, ou esfera, cercado por outros, geralmente pequenos círculos ou esferas.

Na parte superior do lado esquerdo, ilustração da Figura 33-5, vemos que o círculo central é cercado por raios e pode ser claramente identificado como um sol ou estrela. Mas o que é que estão fazendo os outros objetos em torno de cada estrela? É natural, pelo menos, um pressuposto de que eles representam os planetas. Mas a ideia de planetas circulando sóis e estrelas é uma ideia que surgiu essencialmente com Copernicus – embora algumas especulações anteriores nesse sentido foram mencionados na Grécia antiga.



O cilindro selo no canto superior esquerdo da Figura 33-5 mostra, curiosamente, nove planetas que circunda o destaque sol no céu (e dois pequenos planetas, ao largo de um lado). As outras representações de sistemas planetários, se nós podemos chamá-los assim – mostrar, notavelmente, uma variação no número de planetas por estrela. Em alguns selos do cilindro, uma estrela e planetas acompanham parecem estar associados a uma divindade específica.”

Estas são claramente as mesmas imagens que Sitchin utilizou para desenvolver sua teoria, embora ele também é derivados de contos, com a sua especialização lingüística com cuneiforme script.

Independentemente do conhecimento de Sagan no acompanhamento epopéias, sua análise parece aberto à idéia de que os sumérios tinham uma compreensão da mecânica celeste que desmentiu suas próprias origens primitivas.

Sagan, parece ser particularmente tomados com a conta do polivalente professor Oannes, que trouxe para o conhecimento neolítico povos da região do Golfo Pérsico, uma vez por Berosus. Ele passa a oferecer um cenário de contatos com ET por base a longo prazo, intermitente “amostragem expedições à Terra, o que aumentou a freqüência de emergente Mankind. Sagan estava a considerar estas possibilidades por volta na década de 1960, e pode muito bem ter chegado a conclusões semelhantes as de Zecharia Sitchin. Se ele fez, ele não discutiu às em público. Mas, para ter as virtudes do antigo astronauta, hipótese teríamos definir sua carreira científica com volta significativamente. Sagan foi claramente aberta à idéia de que extra-terrestres tinham visitado o nosso mundo no passado, e estavam contactáveis. Este quadro de referência pode contribuir para a sua inclusão na Voyager, especialmente no que diz respeito aos comunicados à inteligência ET realizadas pela sonda. A chapa ‘tendo representação simbólica e informações sobre a raça humana, na Pioneer 10 parece ter sido o cérebro de criança – Richard Hoagland e Eric Burgess, em 1971, que depois passou a idéia sobre a Carl Sagan.

É um pensamento que a intrigante Voyager 1 e 2 poderão encontrar-se escondidas em uma vinda no nosso próprio sistema planetário, cometa nuvem além Netuno. Pergunto me[...] o que o tornaria assunto de Anunnaki nessa sonda? Com a sua placa para ET concebida pelo Dr. Carl Sagan. Aqui ele descreve o seu conteúdo:

“Assim, como cada Voyager saiu da Terra para os planetas e as estrelas, é efetuada com ela um fonógrafo dourado de registro incorpado em ouro, espelhado, entre outras coisas: saudações em 59 línguas humanas… 116 imagens codificadas, sobre a nossa ciência, a nossa civilização, e nós próprios, e 90 minutos dos maiores sucessos do mundo … “

Por exemplo, tem sido apontado que o primeiro idioma listado entre os 55 idiomas utilizados na Voyager pelo fonógrafo, para oferecer no mundo galáctico saudações aos ocupantes de um interceptor de espaçonave, é nada mais nada menos que Suméria. É verdadeiro que é conhecida a primeira linguagem escrita de nossa espécie, mas porque incomoda a incluí-la em tudo? Há milhares de anos que não à utiliza. Suspeito que a mesma mensagem escrita em 55 línguas na Voyager fonógrafo agiria como um “Pedra de Rosetta”, permitindo a intercepção civilização a oportunidade de compreender o mundo de várias línguas. Claro, eles têm de compreender um deles já. A inclusão da Suméria como a primeira língua pode ser por isso mesmo, proporcionando um linguagem chave para a compreensão dos modernos idiomas humanos. Isto pressupõe que os Anunnaki iria interceptar Voyager 1, uma vez que chefes inexoravelmente para Nibiru. Eles teriam que ter conhecimento em primeira mão da lingua Suméria, mas isso não é uma hipótese pouco razoável dado o seu dom da alegado conhecimento para esta primeira civilização na Terra.

Outra interessante inclusão entre as primeiras Voyager, para os deuses é a fotografia do espaço do Egipto, o Nilo e da Peninsula do Sinai, cortesia da NASA. Dada a importância desta área geográfica para a Anunnaki, então, esta inclusão parece notavelmente coincidência. Sitchin tem frequentemente descrito como a Península do Sinai área utilizada para a Anunnaki de foguetes, e os monumentos do Egito como montanhas artificiais concebidas para ajudar a ponto-piloto, a abordagem essa área a partir do espaço. Portanto, de todas as partes da Terra, isto é, de longe, o mais importante para os estrangeiros Anunnaki.

Talvez este seja apenas uma coincidência. Não obstante, se a missão Voyager 1 se incluir esses dados som essa finalidade e, em seguida, foi construída a partir da Suméria material textual, reconhecida por Sagan, tão importante para trás na década de 60. Mais uma vez, esta foto tem sido incluída entre muitos escolhidos aleatoriamente a partir de imagens da Terra, uma tática presumivelmente utilizados para ocultar a importância desta escolha entre os governantes sobre a Terra.



NASA – Planetary Data System
Holger Isenberg salientou a representação de um cometa vermelho ardente sobre um dos logotipos da NASA. Este logotipo, para o Planetary Data System, apresenta um cenário de planetas estilística entre as quais está presente anômala um cometa vermelho. Tem um planeta disco de tamanho, e seria, certamente parece ser um pouco estranho cometa. Agora, poderia simplesmente colocar este cometa baixo para certificar a arte do criador do emblema, mas a informação acima, baseado nesse texto, tende a colocá-lo em um diferente contexto.

O número de planetas ilustrado sobre o emblema é de 11, incluindo o vermelho cometa como um planeta. Aplicando o panteão dos planetas descritos pelos sumérios, temos os 9 planetas do Sistema Solar, a Lua da Terra e o cometa vermelho. O Sol no fundo faz com que o total de até 12. Desde já sabemos que Nibiru é o vermelho, e tem uma cometada órbita e, em seguida, esta representação se torna facilmente compreensível. O logotipo, por si só, dá a impressão de uma concepção moderna versão do famoso cilindro selo da Suméria mostrando os planetas do Sistema Solar.
Mesmo a ordem dos planetas em torno do Sol parece aproximar de um acordo, Masuma pergunta; se o desenhista do logotipo tinha essa imagem em mente?
*[Atualmente a foto do PDS é outra]

Contato
Carl Sagan foi, evidentemente, o autor do romance best-sellers de ficção científica, “Contato”, e foi feito com sucesso em um filme pela Warner Brothers, com Jodie Foster. Envolvidas A história da SETI (Busca por extra-terrestres Intelligence) acompanhamento da banda de rádio inteligente sinais a partir do espaço. Um sinal é apanhada de Vega (na direção do Solar Apex), e leva à realização de que não estamos sozinhos. O romance assume uma dimensão espiritual para o final, e não ao contrário de filme “2001: Space Odyssey “, por Arthur C. Clarke.

O romance de Sagan contém numerosas citações e referências de textos antigos. Existem múltiplas referências a diferentes ideias e as tradições religiosas, mesmo OVNI’s, mas há uma sub-corrente no que diz respeito à importância da Babilônia. Um dos personagens centrais, Senhor Hadden , é quase obsessiva sobre a antiga religião da Mesopotâmia caldeus, e este tem a dizer sobre Vega, no contexto da busca de Gilgamesh da vida imortal:
“É na parte superior da Ziggurat, você sabe, que os reis iria para receber instruções dos deuses. Especialmente a partir de Anu, deus do céu. Pela maneira, eu olhei o que eles chamavam Vega. Foi Tiranna, a vida do céu. É uma coisa engraçada para chamá-lo.”

Porque é que é uma “coisa engraçada para chamá-lo?
Provavelmente, devido à descoberta da vida no sistema Vega feita no romance. Mas esta é uma dica sobre o conhecimento prévio realizado pela caldeus? No contexto da “Epopéia de Gilgamesh”, esta analogia se torna mais importante ainda. Achou Gilgamesh procura a “Life of Heaven” na direcção da estrela Vega, perto do Solar Apex e do afélio localização de Nibiru? A interpretação geral da “Epopéia de Gilgamesh” é que ela descreve uma viagem terrestre para uma longínqua terra onde Gilgamesh encontra o herói do Flood, Utnapishtim, na “Terra da Vida”. Nós vamos olhar para este mito de forma mais pormenorizada nos próximo capítulos, mas Sagan nos deixou uma tentativa de ligação entre Vega e da “Terras de nossos Céus”. Isso não é tudo.

Para o final de filme ‘Contato’, o deputado cryogenically congela o Hadden para um “sarcófago voador” pelo espaço interestelar. Este espaço funciona como o seu veículo móvel túmulo e é chamado Gilgamesh! Sagan não descreveu o seu verdadeiro destino, mas recebeu a mensagem de Vega, pode ser uma pista para Sagan da direção desta idéia. Onde mais escolheria Hadden, afinal? Vega é a única estrela onde a vida tinha sido confirmada a existir. Notavelmente, Hadden do pensamento processos envolvidos intercepção por extra-terrestres “entre as estrelas”, que seria então “ressuscitá-lo de seu sono criogênico:
“Ou o seu funeral seria interceptados na escuridão entre as estrelas, e outros seres – muito avançado, muito perspicaz – levaria a bordo do sarcófago e saber o que tinha de ser feito.”

Então Sagan está descrevendo um voador sarcófago “chamado Gilgamesh “, presumivelmente em direção a Vega, que está a ser interceptada por “extra-terrestres” localizadas na escuridão entre as estrelas. Este, em seguida, cria as condições físicas para “Ressurreição”.



Também é interessante notar que Sagan é visto fotografado em frente a um “Winged Planet”, esse motivo de está no interior da capa dura da versão do livro “Contato”. Porque o desejo de Sagan de está associado a esta antiga forma de simbolismo, especialmente em um livro sobre os primeiros contactos na corrida de achar os extra-terrestre? Novamente, isso parece ser uma dica simbólico em sua compreensão da antiga mitologia, um interesse que ele não ousou revelar abertamente, dado o grande preconceito contra esses “herético conhecimentos na comunidade científica em geral”. Há muitas maneiras de colocar uma mensagem. Para os olhos do público, os cientistas são cuidadosos para não sucumbir à tentação da especulação.

Na nota do autor de “Contato”, Sagan presta uma homenagem, entre outros,a quem ele co-escreveu “Vida Inteligente no Universo” em 1966. Ele será um círculo completo. Ele observa também que a idéia de “Contato” tinha sido desenvolvido com a sua esposa, Ann Druyan, logo em 1980-81, que precedem seu livro ‘Cometa’. Quando este trabalho ficção é posto em contexto com Sagan’s envolvimento com a missão Voyager, a sua ‘Estrela da Morte’ com a teoria sobre uma hipotética correlação entre mito antigo e o potencial da existência de uma anã marrom na nuvem de Oort, e seus primeiros escritos sobre o cilindro selos da Suméria, então podemos ver emergir um padrão definido.

Dr. Sagan pode muito bem ter considerado muitas das idéias neste livro bem antes da década de 1960! Sua maravilhosa capacidade de comunicar conhecimento foi posto ao bom uso, e os sub-texto é claro. Mentir a nossa origem extra-terrestre para o Solar Apex no cometa da nuvem Oort.



Voyager 2 descobre novas anomalias



A forma da heliopausa na borda do sistema solar tem uma inesperada distorção. Este foi descoberto pela sonda Voyager 2, que encontrou a heliopausa 76 unidades astronómicas, muito mais estreita do que o esperado. A implicação é que a própria é heliopausa grosseiramente distorcida. Voyager 2 está se dirigindo para fora do sistema solar com uma inclinação de 48 graus à eclíptica, no sul do hemisfério celeste. Parece provável para mim que esta distorção tem algo a ver com a Estrela Escura. Nesse caso, nós podemos ver uma aproximação com a realização da sua posição no céu. Se assim for, não é no sentido pessoal, eu tinha esperado, mas o que conta para muito pouco. O ponto é que podemos estar muito perto agora para a descoberta do Sol, a companheira binária.

O limite exterior do sistema solar é distorcida como se ele foi perfurado por baixo. A prova vem da nave espacial Voyager 2, da NASA, que está prestes a atravessar a fronteira interna, mesmo que esteja mais próximo do Sol do que a sua nave gêmea, foi quando ele atravessou em 2004 … A Voyager 2 é de 1,3 mil milhões de quilômetros mais perto do Sol que a Voyager 1, foi quando ele cruzou o choque no hemisfério norte, em Dezembro de 2004 (New Scientist, 28 maio 2005, p 15). Isto sugere que o termo choque foi desviada para dentro no hemisfério sul.

Investigadores científicos analisando os dados enviados de volta a partir de Voyagers 1 e 2 consideram esta anomalia a ser devido a um campo magnético interestelar. Embora muito fraco, eles poderiam ser extensa o suficiente para proporcionar esta grande, e inesperada, discrepância, alegam. Pode-se ser explicada essa tão grande anomalia? Poderíamos argumentar que, se o campo magnético interestelar era realmente capaz de provocar um efeito tão grande, porquê os cientistas não teriam sido capazes de prever nos dados nas voltas anteriores?



Não, esta é uma descoberta inesperada, e leva um suspeito à causas inesperadas. A presença do campo magnético de uma companheira binária solar parece e muito em uma explicação plausível. É uma pena que existem apenas 4 pontos de dados potencialmente disponíveis para mapear a heliopausa; as duas naves espaciais Voyager, e os dois pioneiros. Muitos irão lembrar que a nave espacial Pioneer tem sido progressivamente abrandar, outro evento inesperado. Eles estão a seguir o plano da eclíptica como a saída do sistema solar. O mesmo efeito não parece de ter sido assinalado com as Voyagers. Talvez no caso da Voyager 2 é porque a nave espacial está caminhando para a Estrela Escura?

***

Fonte: http://www.darkstar1.co.uk/

Essa entrada foi postada em Domingo, Janeiro 18th, 2009 às 20:00 sob a(s) categoria(s) Ciência, Tecnologia, Ufologia, Universo. Você pode acompanhar as respostas desse post através do RSS 2.0feed. Você pode responder, ou rastrear de seu próprio site.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

As Ruínas de Tiahuanaco



Perto do Lago Titicaca, no altiplano boliviano, a mais de 3.800 metro acima do nível do mar encontram-se as ruínas de uma cidade pré-histórica abandonada: TIAHUANACO. Evocando especulações desvairadas, essas ruínas já foram chamadas de berço da civilização americana, e a imaginação apoderou-se delas como de poucos outros lugares. A fantasia de sábios autoploclamados ou meros curiosos levantou altos vôos: As ruínas datariam de uns 300 mil anos atrás; o clima do lugar seria paradisíaco, quando a cidade foi fundada, há 20 mil anos; ou seria construção inspirada por astronautas vindos de outros planetas...


Os relevos da Porta do Sol constituiram o calendário mais antigo e o mais precioso do mundo; a cidade teria uma idade de 13.630 anos, e fora abandonada depois de um cataclismo sísmico.(Posnansky). A verdade histórica é muito fascinante do que estas visõs de ficção cintífica, exatamente por estar baseada em fatos. Fatos pacientemente escavados do próprio solo que enterrou aquelas ruínas. Em 1533, caiu o império dos incas do Peru, e quando os espanhóis chegaram ao altiplano agreste, ficaram admiradoscom gigantescos restos arquitetônicos da cidade de Tiahuanaco... "Tiahuanaco" não é um povoado muito grande- escreveu Cieza Léon na sua Crónica del Peru ( Sevilha, 1553 ), falando do lugarejo colonial que se formou perto das ruínas- porém está distinguido pelos grandes edifícios que possui, que certamente são notáveis e para ver. perto dos aposentos principais encontra-se uma colina feita à mão, elevada sobre grandes fundamentos de pedra.

Mais além desta colina estão dois ídolos tão grandes que parecem pequenos gigantes...Próximo destas estátuas...permanece outro edifício cuja antiguidade...é causa de não se saber que povos fizeram tão grandes fundamentos e fortificações... Não se vê mais que uma muralha muito bem lavrada e que deve ter sido feita há muitos tempos e idades. Há muitos portões grandes de uma só pedra e não alcanço nem entendo com que instrumentos se lavrou. Considero estas as maiores antiguidades do Peru; e assim presume-se que antes dos incas reinarem, há muito tempo estavam feitas...



A Porta do Sol, fica na plataforma de Kalasasaya, e por certo o monumento mais conhecido de Tiahuanaco, nunca foi acabada. Ainda em cima à direita, O frade, escultura de Kalasasaya.

Segundo as tradições mais antigas dos índios aymarás, a cidade de Tiahuanaco amanheceu, depois de uma longa noite, pronta em todo o seu explendor... E contam que uma profunda escuridão reinava na Terra, até que um dia as águas do Titicaca se partiram, e surgiu Titihuirajocha com um grande séquito. Criou o Sol, a Lua e as estrelas e depois a grande cidade, onde reinou até que a maldade de seus súditos o obrigou a castigá-los, transformando-os em pedras. E conta ainda que, há muito tempo, lá apareceram os Huiarajochas, cavaleiros brancos, barbudos, cujo chefe dominava o sol a lua e as estrelas, movia a Terra, transladava montanhas e fazia chover fogo...

Estela de Bennett A primeira escavação arqueólogica cintífica, foi efetivada, entre junho e julho de 1932, pelo arqueólogo norte americano Wendell C. Bennett. Os trabalhos tinham por fim o estabelecimento de uma seqüencia estratig'rafica das cerâmicas do lugar- base imprescindível para cronologia exata e tarefa nunca testada antes. "A leste de Kalasasaya- escreveu Bennett (Escavations at Tiahuanaco, 1934) - há um p[equeno templo semi subterrâneo, 1,80m abaixo da superfície da base monolítica. O templo estava completamente coberto desde os princípios deste século... " O poço nº.VII foi feito na metade setentrional do templo. Tinha 4 x 2,5m, paralelo com a parede norte da estrutura. A cabeça de uma grande estátua monolítica foi encontrada a uma profundidade de meio metro, na porção sul do poço. Para desenterrá-la foi necessário estender a escavação seis metros ao sul e uns 3,50m de largura.

Infelizmente, a mudança da técnica da escavação impossibilitou a preservação dos níveis estratigráficos..." Assim em palavras secas e quase aborrecidas descreve Bennett a descoberta da maior estátua monolítica de Tiahuanaco. Depois de achar outra escultura, Bennett estabeleceu sua seqüencia cerâmica. Distinguiu 3 épocas: Antiga, Clássica, e Decadente. Seus achados estão hoje superados - mas ele sempre será lembrado como o descobridor da Estela de Bennett. Os secos relatos cientificos não dão uma idéia da perfeição das melhores peças de cerâmica que, geralmente sobre fundo castanho, luzem nas cores branca, vermelha, amarela e preta. Finamente polidas, às vezes apresentam desenhos extremamente complexos. Predomina a representação do felino e da ave de rapina. Outros animais são a serpente e o lhama, havendo também figura antropomórficas.

E é espantosa a imensa área de distribuição destas cerâmicas - e logo na assim chamada Época Decadente: das costas do pacifico até o norte da Argentina. Carlos Ponce Sanginés, Primeiro ( a partir de 1957 ) no centro de Investigações Arqueológicas de Tiwanaku ( eles preferem esta grafia), hoje Instituto Nacional de Arqueologia (INA). Suas escavações, que foram as maiores da América Latina, visaram descobrir detalhes para uma melhor compreenção da civilização tiahuanacota - e a restauração extensiva dos monumentos escavados. Uma série de datas de carbono 14 estabeleceu uma cronologia absoluta. E dos relatos do INA, das centenas de tabelas e desenhos técnicos e dos diversos objetos encontrados começa a ressurgir a história de Tiahuanaco. Mas antes de contá-la, será preciso ir até o sítio da antiga cidade, tal como se apresenta hoje, após cerca de 30 anos de escavações e restaurações.

As ruínas mais importantes da antiga metrópole encontram-se perto de uma cidadezinha colonial, e estão dominadas pela colina artificial de Akapana. Sabemos hoje que era uma pirâmide truncada, com dois ou três terraços, cuja base mede cerca de 1,80 x 1,35 metros. Em seu topo havia antigamente algumas construções, das quais poucas pedras eram visiveis. Recentes escavações desenterram escadarias e parte da fachada de lages esculpidas ( presume-se que parte da sup'fície da pirâmide estava revestida de barro, sendo provavelmente pintada ou esculpida ). As dimensões da base de Akapana assemelham-se à Pirâmide do Sol, de Teotihuacán, no México. Como esta, seu corpo principal está direcionado para oeste, e, ainda como esta, servia possivelmente de base para construções sacras.



Do cimo de Akapana, o visitante pode abranger com a vista as construções líticas da antiga cidade ( O conjunto Pumapunku, que só de perto se revela como o resto de outra pirâmide com gigantescas edificações monolíticas em ruínas; o quadrângulo rebaixado do templete semi-subterrâneo; a escada monolítica, com seu portão monumental reconstruído; a grande plataforma de Kalasasaya, com seus muros reconstruídos - outrora apenas delimitada por fileiras de pilares monolíticos - com a Porta do Sol; a colina Lankakollu, antigamente outra pirâmide) e vários campos de escavação com suas quadrangulaçõestípicas. A distância vêem-se o lugarejo moderno, cúpulas e a torre da igreja colonial - tudo deitado na planície, com campos arados, terra e poeira seca. Poucos carneiros e vacas comem o capim duro no altiplano. E, nos horizontes das montanhas.



Disseminadas pelos campos há pedras esculpidas, podendo o visitante observador encontrar grande quantidade de pequenos fragmentos de cerâmica do típico estilo tiahuanacota. Resumindo as descobertas de Carlos Ponce Sanginés e seus colaboradores, havia cinco períodos no desenvolvimento de um sítio: Épocas I e II-aldeia; épocasIII e IV-Urbano; época V-Imperial.

A mais antiga data do sítio revelada pelo carbono 14, é aproximadamente, o ano de 1500 a.C. Nas épocas I e II Tiahuanaco viveu como aldeia de poucas centenas de habitantes, com economia auto-suficiente, mas em intercâmbio com os vizinhos. Por volta do século II de nossa era, essa mudança causou uma série de reações em cadeia: apareceu ali um aparelho estatal bem administrado, uma sociedade dividida em importações, com artesãos e artistas que precisavam de matérias-primas oriundas de lugares distantes.

Como eco, houve notável aumento demográfico. Segundo se calcula, aí pelo ano de 200 a produção agricola da região foi tal que um terço bastava para alimentar os componentes . O restante, arrecadado em forma de impostos, servia para manter a casta dominante dos aristocratas e sacerdotes, e para executar obras por elas planejadas, ou seja, as monumentais estruturas arquitetônicas que marcaram essa época: construções sacras, como a pirâmide truncada de Akapana; templos como o kalasasaya e Pumapunku, cada um com cerca de quatro hectares de superfície, o templo, semi-subterrâneo, escavado em 1960-1964, além de vários palácios.



Templete

Como a cidade não fosse auto-suficiente, a propensão era aumentar a área sob sua influência. Na verdade, a tenndência expansionista, tão pronunciada mais tarde, começou já nesta época ( a III, c. 200 d.C.). Por volta do século VII, a cidade entrou na sua fase clássica - numa era de maturidade que se deu ênfase à beleza, modificando e aperfeiçoando as coisas. As melhores esculturas e cerâmicas datam desse tempo. Com freqüência são representadas ordens de guerreiros ( tal como no México): as da águia ( ou do condor) e as do felino, portanto as respectiva máscaras , segurando armas e ostentando como peitoral a lâmina de um machado, símbolo do combatente.

Por essa época as hostes de Tiahuanaco tinham estabelecido enclaves coloniais (em que houve grande intercâmbio comercial) nas regiões de Ayacucho, no Peru ( Huari), e Atacama no Chile. Como mostram as fotografias aéreas, a cidade alcançou no seu apogeu uma superfície de cerca de 420 hectares, 4% dos quais era ocupados por construções religioso-cerimoniais e por pálacios. Tal núcleo era cuidadosamente planificado, como provavelmente o eram as habitações populares, que eram feitas em adobe. O último estágio de Tiahuanaco foi imperial, numa vasta expansão bélica militar.

Devemos ver essas conquistas como fato político, se bem que associado às crenças religiosas. Os guerreiros podem ser observados na arte, portanto machado em uma mão e cabeça trófeu na outra. Ao contrário dos incas posteriores, sua batalhas eram dominadas pelo manejo do arco e flecha. Em torno de 910 Tiahuanaco encontrava-se no apogeu de seu poder. Hoje conhecemos 125 sítios pertencentes à sua cultura, 87 dos quais da época imperial. Com um território que deve ter coberto seiscentos mil quilômetros quadrados, calcula-se sua população hipotética em três milhões e seiscentos mil habitantes ( com uma densidade populacional de seis habitantes por quilômetro quadrado ) no fim de sua tragetória. A braçando a oeste a costa do Pacífico, e tendo ao centro a cordilheira e o altiplano, esses domínios abarcavam, a leste, o vale de temperatura constantemente amena. No século XIII o império desmoronou, não se sabe bem o porquê Séculos depois os incas tentaram ressuscitar a cidade. Presume-se que eram de fala aymará os construtores de Tiahuanaco. Pumapunku significa Porta do Puma - acredita-se hoje que era o santuário dos guerreiros do felino.

Antes das últimas escavações recentemente, o lugar apresentava-se como colina aparentemente natural, de cerca de doze metros de altura. Em seu topo existe uma plataforma que, medindo perto de vinte por cinquenta metros, é formada por imensos blocos de pedra esculpida vindos de uma pedreira cem quilômetros distante dali. O maior bloco pesa umas 150 toneladas. Esta plataforma e os restos das constrções, às quais servia de base, foram destruídos pelos espanhóis que, à procura de tesouros, fizeram voar enormes pedras com grande quantidade de pólvora. Nos escombros distinguem se fragmentos de vários portões monolíticos esculpidos, similares da famosa Porta do Sol. Neste sítio iniciaram-se em 1977- o que foi continuado por três temporadas - , mas ainda não se publicaram as conclusões cintíficas dessas investigações.

Foram encontradas as esquinas da estrutura, que sabe-se agora medir cento e trinta por duzentos metros. Trata-se de uma pirâmide de terra com fachada de muralha escalonada, construída com pedras muito bem lavradas, assentadas diretamente no chão, sem alicerces. Em muitos lugares o muro foi demolido, e suas pedras retangulares levadas para La Paz. Explorando mais, encontran-se restos de um piso vermelho de argila polida e também outro muro mais antigo (escondido por trás da camada de terra aplicada para receber o mais recente) , que se encontra em exelente estado de preservação. Para os arqueólogos bolivianos não há mais grandes mistérios na história do império de Tiahuanaco: expansão bélica, apoiada em capiais secundários sempre dependentes da metrópole nas margens do lago Titicaca. Diferentes versões estilísticas nada mais são do que a expressão de uma arte colonial inflluenciada pela metrópole. Numa palavra, era um império boliviano. Já os estudiosos peruanos vêem as coisa de forma diferente. Para eles também começa em Tiahuanaco. Mas apontam certas semelhanças estilísticas que indicam forte influência vinda de Chávin ( da qual também focalizo nesta pagína ), notadamente quanto às divindades do felino, da ave de rapina e dos "anjos atigrados" (É verdade que nem o felino nem a serpente habitam as regiões altas de Chávin ou Tiahuanaco, sinal de que a religião destas divindades não podia ser autóctone.)

Especialmente os peruanos negam a Tiahuanaco o comando da fase expansiva ou imperial. Reivindicam como capital desse império a cidade de Huari, no departamento peruano de Ayacucho. É certo que o estilo da cerâmica e escultura lítica mudou no caminho de Tiahuanaco para Huari (ou Wari) , cidade que sofreu duas fortes influências estilísticas ( e, naturalmente, culturais ) : de Nazca, na costa do Pacífico, e de Tiahuanaco. Da confluência destas duas correntes formou-se o foco imperial de Huari, que por sua vez conquistou o grande império. Estranho como fronteiras modernas podem influenciar a visão da história do passado.Não entraremos nos méritos das duas versões. É certo que existiu um império influenciado por Tiahuanaco, que nos séculos XI-XII dominou grande parte da Bolívia, Peru, Chile e Argentina. Se a capital política era Tiahunaco, Huari ( os arqueólogos bolivianos frisam que Tiahuanaco era sem dúvida muito maior que Huari ), ou outro lugar qualquer - é coisa que só os especialistas podem decidir.

O que importa aqui é o adiantamento tecnológico ( especialmente da metalurgia ) e artistico de Tiahuanaco e Huari, com suas maravilhosas esculturas líticas e cerâmicas policromas, e, preservadas pelo clima seco da costa pacífica, as fabulosas fazendas de lã de lhama. Nossos conhecimentos da história de Tiahuanaco-Huari sempre ficarão limitados Não existe escritura que possa decifrar. As figuras misteriosas da Porta do Sol, do Monólito Bennett ou de certos tecidos são possivelmente ideogramas ou até hieróglifos, mas não temos qualquer base para uma interpretação cintífica das mesmas. Nunca saberemos a completa história de Tiahuanaco, pois todas as informações que temos a seu respeito vêm dos indicios tirados da terra e das próprias obras de arte, que podemos estudar e tentar interpretar.

Thuanaco !!



Perto do Lago Titicaca, no altiplano boliviano, a mais de 3.800 metro acima do nível do mar encontram-se as ruínas de uma cidade pré-histórica abandonada: TIAHUANACO. Evocando especulações desvairadas, essas ruínas já foram chamadas de berço da civilização americana, e a imaginação apoderou-se delas como de poucos outros lugares. A fantasia de sábios autoploclamados ou meros curiosos levantou altos vôos: As ruínas datariam de uns 300 mil anos atrás; o clima do lugar seria paradisíaco, quando a cidade foi fundada, há 20 mil anos; ou seria construção inspirada por astronautas vindos de outros planetas...


Os relevos da Porta do Sol constituiram o calendário mais antigo e o mais precioso do mundo; a cidade teria uma idade de 13.630 anos, e fora abandonada depois de um cataclismo sísmico.(Posnansky). A verdade histórica é muito fascinante do que estas visõs de ficção cintífica, exatamente por estar baseada em fatos. Fatos pacientemente escavados do próprio solo que enterrou aquelas ruínas. Em 1533, caiu o império dos incas do Peru, e quando os espanhóis chegaram ao altiplano agreste, ficaram admiradoscom gigantescos restos arquitetônicos da cidade de Tiahuanaco... "Tiahuanaco" não é um povoado muito grande- escreveu Cieza Léon na sua Crónica del Peru ( Sevilha, 1553 ), falando do lugarejo colonial que se formou perto das ruínas- porém está distinguido pelos grandes edifícios que possui, que certamente são notáveis e para ver. perto dos aposentos principais encontra-se uma colina feita à mão, elevada sobre grandes fundamentos de pedra.

Mais além desta colina estão dois ídolos tão grandes que parecem pequenos gigantes...Próximo destas estátuas...permanece outro edifício cuja antiguidade...é causa de não se saber que povos fizeram tão grandes fundamentos e fortificações... Não se vê mais que uma muralha muito bem lavrada e que deve ter sido feita há muitos tempos e idades. Há muitos portões grandes de uma só pedra e não alcanço nem entendo com que instrumentos se lavrou. Considero estas as maiores antiguidades do Peru; e assim presume-se que antes dos incas reinarem, há muito tempo estavam feitas...



A Porta do Sol, fica na plataforma de Kalasasaya, e por certo o monumento mais conhecido de Tiahuanaco, nunca foi acabada. Ainda em cima à direita, O frade, escultura de Kalasasaya.

Segundo as tradições mais antigas dos índios aymarás, a cidade de Tiahuanaco amanheceu, depois de uma longa noite, pronta em todo o seu explendor... E contam que uma profunda escuridão reinava na Terra, até que um dia as águas do Titicaca se partiram, e surgiu Titihuirajocha com um grande séquito. Criou o Sol, a Lua e as estrelas e depois a grande cidade, onde reinou até que a maldade de seus súditos o obrigou a castigá-los, transformando-os em pedras. E conta ainda que, há muito tempo, lá apareceram os Huiarajochas, cavaleiros brancos, barbudos, cujo chefe dominava o sol a lua e as estrelas, movia a Terra, transladava montanhas e fazia chover fogo...

Estela de Bennett A primeira escavação arqueólogica cintífica, foi efetivada, entre junho e julho de 1932, pelo arqueólogo norte americano Wendell C. Bennett. Os trabalhos tinham por fim o estabelecimento de uma seqüencia estratig'rafica das cerâmicas do lugar- base imprescindível para cronologia exata e tarefa nunca testada antes. "A leste de Kalasasaya- escreveu Bennett (Escavations at Tiahuanaco, 1934) - há um p[equeno templo semi subterrâneo, 1,80m abaixo da superfície da base monolítica. O templo estava completamente coberto desde os princípios deste século... " O poço nº.VII foi feito na metade setentrional do templo. Tinha 4 x 2,5m, paralelo com a parede norte da estrutura. A cabeça de uma grande estátua monolítica foi encontrada a uma profundidade de meio metro, na porção sul do poço. Para desenterrá-la foi necessário estender a escavação seis metros ao sul e uns 3,50m de largura.

Infelizmente, a mudança da técnica da escavação impossibilitou a preservação dos níveis estratigráficos..." Assim em palavras secas e quase aborrecidas descreve Bennett a descoberta da maior estátua monolítica de Tiahuanaco. Depois de achar outra escultura, Bennett estabeleceu sua seqüencia cerâmica. Distinguiu 3 épocas: Antiga, Clássica, e Decadente. Seus achados estão hoje superados - mas ele sempre será lembrado como o descobridor da Estela de Bennett. Os secos relatos cientificos não dão uma idéia da perfeição das melhores peças de cerâmica que, geralmente sobre fundo castanho, luzem nas cores branca, vermelha, amarela e preta. Finamente polidas, às vezes apresentam desenhos extremamente complexos. Predomina a representação do felino e da ave de rapina. Outros animais são a serpente e o lhama, havendo também figura antropomórficas.

E é espantosa a imensa área de distribuição destas cerâmicas - e logo na assim chamada Época Decadente: das costas do pacifico até o norte da Argentina. Carlos Ponce Sanginés, Primeiro ( a partir de 1957 ) no centro de Investigações Arqueológicas de Tiwanaku ( eles preferem esta grafia), hoje Instituto Nacional de Arqueologia (INA). Suas escavações, que foram as maiores da América Latina, visaram descobrir detalhes para uma melhor compreenção da civilização tiahuanacota - e a restauração extensiva dos monumentos escavados. Uma série de datas de carbono 14 estabeleceu uma cronologia absoluta. E dos relatos do INA, das centenas de tabelas e desenhos técnicos e dos diversos objetos encontrados começa a ressurgir a história de Tiahuanaco. Mas antes de contá-la, será preciso ir até o sítio da antiga cidade, tal como se apresenta hoje, após cerca de 30 anos de escavações e restaurações.

As ruínas mais importantes da antiga metrópole encontram-se perto de uma cidadezinha colonial, e estão dominadas pela colina artificial de Akapana. Sabemos hoje que era uma pirâmide truncada, com dois ou três terraços, cuja base mede cerca de 1,80 x 1,35 metros. Em seu topo havia antigamente algumas construções, das quais poucas pedras eram visiveis. Recentes escavações desenterram escadarias e parte da fachada de lages esculpidas ( presume-se que parte da sup'fície da pirâmide estava revestida de barro, sendo provavelmente pintada ou esculpida ). As dimensões da base de Akapana assemelham-se à Pirâmide do Sol, de Teotihuacán, no México. Como esta, seu corpo principal está direcionado para oeste, e, ainda como esta, servia possivelmente de base para construções sacras.

Do cimo de Akapana, o visitante pode abranger com a vista as construções líticas da antiga cidade ( O conjunto Pumapunku, que só de perto se revela como o resto de outra pirâmide com gigantescas edificações monolíticas em ruínas; o quadrângulo rebaixado do templete semi-subterrâneo; a escada monolítica, com seu portão monumental reconstruído; a grande plataforma de Kalasasaya, com seus muros reconstruídos - outrora apenas delimitada por fileiras de pilares monolíticos - com a Porta do Sol; a colina Lankakollu, antigamente outra pirâmide) e vários campos de escavação com suas quadrangulaçõestípicas. A distância vêem-se o lugarejo moderno, cúpulas e a torre da igreja colonial - tudo deitado na planície, com campos arados, terra e poeira seca. Poucos carneiros e vacas comem o capim duro no altiplano. E, nos horizontes das montanhas.



Disseminadas pelos campos há pedras esculpidas, podendo o visitante observador encontrar grande quantidade de pequenos fragmentos de cerâmica do típico estilo tiahuanacota. Resumindo as descobertas de Carlos Ponce Sanginés e seus colaboradores, havia cinco períodos no desenvolvimento de um sítio: Épocas I e II-aldeia; épocasIII e IV-Urbano; época V-Imperial.

A mais antiga data do sítio revelada pelo carbono 14, é aproximadamente, o ano de 1500 a.C. Nas épocas I e II Tiahuanaco viveu como aldeia de poucas centenas de habitantes, com economia auto-suficiente, mas em intercâmbio com os vizinhos. Por volta do século II de nossa era, essa mudança causou uma série de reações em cadeia: apareceu ali um aparelho estatal bem administrado, uma sociedade dividida em importações, com artesãos e artistas que precisavam de matérias-primas oriundas de lugares distantes.

Como eco, houve notável aumento demográfico. Segundo se calcula, aí pelo ano de 200 a produção agricola da região foi tal que um terço bastava para alimentar os componentes . O restante, arrecadado em forma de impostos, servia para manter a casta dominante dos aristocratas e sacerdotes, e para executar obras por elas planejadas, ou seja, as monumentais estruturas arquitetônicas que marcaram essa época: construções sacras, como a pirâmide truncada de Akapana; templos como o kalasasaya e Pumapunku, cada um com cerca de quatro hectares de superfície, o templo, semi-subterrâneo, escavado em 1960-1964, além de vários palácios.



Templete

Como a cidade não fosse auto-suficiente, a propensão era aumentar a área sob sua influência. Na verdade, a tenndência expansionista, tão pronunciada mais tarde, começou já nesta época ( a III, c. 200 d.C.). Por volta do século VII, a cidade entrou na sua fase clássica - numa era de maturidade que se deu ênfase à beleza, modificando e aperfeiçoando as coisas. As melhores esculturas e cerâmicas datam desse tempo. Com freqüência são representadas ordens de guerreiros ( tal como no México): as da águia ( ou do condor) e as do felino, portanto as respectiva máscaras , segurando armas e ostentando como peitoral a lâmina de um machado, símbolo do combatente.

Por essa época as hostes de Tiahuanaco tinham estabelecido enclaves coloniais (em que houve grande intercâmbio comercial) nas regiões de Ayacucho, no Peru ( Huari), e Atacama no Chile. Como mostram as fotografias aéreas, a cidade alcançou no seu apogeu uma superfície de cerca de 420 hectares, 4% dos quais era ocupados por construções religioso-cerimoniais e por pálacios. Tal núcleo era cuidadosamente planificado, como provavelmente o eram as habitações populares, que eram feitas em adobe. O último estágio de Tiahuanaco foi imperial, numa vasta expansão bélica militar.

Devemos ver essas conquistas como fato político, se bem que associado às crenças religiosas. Os guerreiros podem ser observados na arte, portanto machado em uma mão e cabeça trófeu na outra. Ao contrário dos incas posteriores, sua batalhas eram dominadas pelo manejo do arco e flecha. Em torno de 910 Tiahuanaco encontrava-se no apogeu de seu poder. Hoje conhecemos 125 sítios pertencentes à sua cultura, 87 dos quais da época imperial. Com um território que deve ter coberto seiscentos mil quilômetros quadrados, calcula-se sua população hipotética em três milhões e seiscentos mil habitantes ( com uma densidade populacional de seis habitantes por quilômetro quadrado ) no fim de sua tragetória. A braçando a oeste a costa do Pacífico, e tendo ao centro a cordilheira e o altiplano, esses domínios abarcavam, a leste, o vale de temperatura constantemente amena. No século XIII o império desmoronou, não se sabe bem o porquê Séculos depois os incas tentaram ressuscitar a cidade. Presume-se que eram de fala aymará os construtores de Tiahuanaco. Pumapunku significa Porta do Puma - acredita-se hoje que era o santuário dos guerreiros do felino.

Antes das últimas escavações recentemente, o lugar apresentava-se como colina aparentemente natural, de cerca de doze metros de altura. Em seu topo existe uma plataforma que, medindo perto de vinte por cinquenta metros, é formada por imensos blocos de pedra esculpida vindos de uma pedreira cem quilômetros distante dali. O maior bloco pesa umas 150 toneladas. Esta plataforma e os restos das constrções, às quais servia de base, foram destruídos pelos espanhóis que, à procura de tesouros, fizeram voar enormes pedras com grande quantidade de pólvora. Nos escombros distinguem se fragmentos de vários portões monolíticos esculpidos, similares da famosa Porta do Sol. Neste sítio iniciaram-se em 1977- o que foi continuado por três temporadas - , mas ainda não se publicaram as conclusões cintíficas dessas investigações.

Foram encontradas as esquinas da estrutura, que sabe-se agora medir cento e trinta por duzentos metros. Trata-se de uma pirâmide de terra com fachada de muralha escalonada, construída com pedras muito bem lavradas, assentadas diretamente no chão, sem alicerces. Em muitos lugares o muro foi demolido, e suas pedras retangulares levadas para La Paz. Explorando mais, encontran-se restos de um piso vermelho de argila polida e também outro muro mais antigo (escondido por trás da camada de terra aplicada para receber o mais recente) , que se encontra em exelente estado de preservação. Para os arqueólogos bolivianos não há mais grandes mistérios na história do império de Tiahuanaco: expansão bélica, apoiada em capiais secundários sempre dependentes da metrópole nas margens do lago Titicaca. Diferentes versões estilísticas nada mais são do que a expressão de uma arte colonial inflluenciada pela metrópole. Numa palavra, era um império boliviano. Já os estudiosos peruanos vêem as coisa de forma diferente. Para eles também começa em Tiahuanaco. Mas apontam certas semelhanças estilísticas que indicam forte influência vinda de Chávin ( da qual também focalizo nesta pagína ), notadamente quanto às divindades do felino, da ave de rapina e dos "anjos atigrados" (É verdade que nem o felino nem a serpente habitam as regiões altas de Chávin ou Tiahuanaco, sinal de que a religião destas divindades não podia ser autóctone.)

Especialmente os peruanos negam a Tiahuanaco o comando da fase expansiva ou imperial. Reivindicam como capital desse império a cidade de Huari, no departamento peruano de Ayacucho. É certo que o estilo da cerâmica e escultura lítica mudou no caminho de Tiahuanaco para Huari (ou Wari) , cidade que sofreu duas fortes influências estilísticas ( e, naturalmente, culturais ) : de Nazca, na costa do Pacífico, e de Tiahuanaco. Da confluência destas duas correntes formou-se o foco imperial de Huari, que por sua vez conquistou o grande império. Estranho como fronteiras modernas podem influenciar a visão da história do passado.Não entraremos nos méritos das duas versões. É certo que existiu um império influenciado por Tiahuanaco, que nos séculos XI-XII dominou grande parte da Bolívia, Peru, Chile e Argentina. Se a capital política era Tiahunaco, Huari ( os arqueólogos bolivianos frisam que Tiahuanaco era sem dúvida muito maior que Huari ), ou outro lugar qualquer - é coisa que só os especialistas podem decidir.

O que importa aqui é o adiantamento tecnológico ( especialmente da metalurgia ) e artistico de Tiahuanaco e Huari, com suas maravilhosas esculturas líticas e cerâmicas policromas, e, preservadas pelo clima seco da costa pacífica, as fabulosas fazendas de lã de lhama. Nossos conhecimentos da história de Tiahuanaco-Huari sempre ficarão limitados Não existe escritura que possa decifrar. As figuras misteriosas da Porta do Sol, do Monólito Bennett ou de certos tecidos são possivelmente ideogramas ou até hieróglifos, mas não temos qualquer base para uma interpretação cintífica das mesmas. Nunca saberemos a completa história de Tiahuanaco, pois todas as informações que temos a seu respeito vêm dos indicios tirados da terra e das próprias obras de arte, que podemos estudar e tentar interpretar.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Indígenas das Américas admitem sua origem não terrestre




Indígenas de todo o mundo têm tido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus “amigos cósmicos”
A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica. Por 15 anos seguidos a reserva Yankton do índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a idéia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de “Nações das Estrelas”, seres extraterrestres. O chefe crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências. A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan. Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus. Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática. O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas.

Estrela de seis pontos

O objetivo das conferências é divulgar de maneira mais clara e ampla as tradições e os conhecimentos indígenas dos nativos norte-americanos – os peles-vermelhas –, que até o início dessa série de eventos somente eram mencionadas dentro do próprio grupo. Todos os participantes deste acontecimento, ao longo dos 15 anos em que vem sendo realizado, têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos que ocorrem hoje em várias partes do mundo já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos. Se já era conhecimento deles as mudanças pelas quais a Terra irá passar, decidiu-se através destes eventos difundir as profecias indígenas para o restante da população planetária. De acordo com o que foi discutido no último evento, por exemplo, a origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como de procedência extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas pelos ensinamentos transmitidos pelo que chamam de “Povos das Estrelas”, quando em visitas aos peles-vermelhas. A mais importante das profecias é seguramente a que se refere à iminente manifestação sobre a Terra das civilizações alienígenas, o que os indígenas acreditam que deverá acontecer muito brevemente. O idealizador do evento e guardião do chamado “altar da nação da estrela de seis pontos”, Standing Elk, revelou em sua apresentação que “os homens remediadores” – uma espécie de líderes místicos de cada tribo –, têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe-Terra, como a águia, o alce, o coiote e principalmente com seres provenientes das Nações das Estrelas. Este poder de transmissão constituiria, segundo ele, uma séria ameaça para as instituições religiosas, econômicas e governamentais do planeta, pois civilizações do Universo estariam entrando em contato com os peles-vermelhas através de métodos espirituais – o que é abominado pelo governo dos EUA.

Segundo Standing, as Nações das Estrelas, como se sabe há milênios, não adotam qualquer sistema monetário em seus planetas, porque sua estrutura social é baseada em práticas mentais, espirituais e universais. Ele vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos, e das instituições religiosas. Este é o motivo principal que induziu os donos do poder a considerar ilegal o credo das tribos Lakota e Dakota, banindo suas tradições culturais seculares. A censura valeu até o momento em que o ex-presidente Jimmy Carter promulgou, em agosto de 1978, uma lei que reconhecia a capacidade de os nativos terem suas próprias formas de religiosidade – conhecida como Ato para a Liberdade de Religião. Nos anos que precederam a promulgação da lei, o governo dos Estados Unidos punia os líderes espirituais com severidade, chegando a condená-los a mais de trinta anos de detenção caso fossem vistos ou se realizassem atos de prece às Nações das Estrelas durante as cerimônias tradicionais celebradas em sua língua original. “Para cristianizar os pagãos, os EUA cortavam as rações de comida necessárias à sobrevivência dos peles-vermelhas. Usavam este meio para constranger os nativos a aprender o modo do viver de um cristão”, explicou Standing. Com isso, impediam que se alastrasse sua cultura tradicional, que os levou a crer que eram descendentes de seres não-terrestres. De acordo com o líder da nação Lakota, as pessoas que se esforçavam para preservar seus ritos místicos e sua cultura eram privadas do fornecimento de comida por vários meses. “E quem realmente executava essas barbaridades, inclusive com crianças” – conforme declarou em cerimônia durante um dos últimos eventos da série – “eram chefes religiosos e não propriamente as autoridades do governo norte-americano”. Por estes motivos e pela tentativa do homem branco em explorar o conhecimento dos homens das estrelas apenas por interesses de caráter econômico, os líderes espirituais das tribos indígenas decidiram manter a mais total discrição em relação aos seus conhecimentos cósmicos, informando aos seus descendentes somente o que fosse necessário para a construção de seu espírito. Isso vem acontecendo gradativamente, há muitos anos.

Degradação ambiental

Hoje, segundo Standing, chegou-se a um nível de degradação ambiental suficiente para induzir os povos das estrelas a instruírem os homens remediadores a defenderem a mensagem que representa a chave da salvação da humanidade. Ele citou como exemplo de confirmação desta realidade que, quando criança, foi testemunha de avistamento de UFOs variadas vezes, “mas sempre com um propósito,” declarou. Num desses casos, viu quatro esferas luminosas de cor verde sobrevoarem por alguns instantes a área próxima ao Rio Missouri e, de dentro delas, saírem seres alienígenas. Em uma outra ocasião, teve a extraordinária oportunidade de ver bem de perto uma destas entidades. O ET vestia-se de branco, tinha cerca de 2,10 m de altura e o seu aspecto recordava um homem de origem caucasiana. O líder espiritual dos Lakota relatou também que uma vez visitou o interior de um disco voador. A aeronave era cheia de luz e continha aparatos similares aos computadores atuais. Como esse, os lakotas têm tido inúmeras experiências de contatos com seres extraterrestres.

Povos das Plêiades

Standing Elk cita em suas palestras vários depoimentos por ele obtidos através de outros líderes espirituais. De acordo com sua pesquisa, existiriam no universo inúmeras raças alienígenas. As lendas dos Sioux falam de civilizações provenientes das Plêiades e dos sistemas estelares de Sírius e Órion. Um homem remediador da tribo dos Sioux relatou a Standing Elk um encontro que teve com um ser pertencente à raça por nós definida como Grays, os cinzas. O fato teria ocorrido durante um rito de purificação e iniciação que se desenvolve no interior de uma tenda indígena, onde são exaltados os quatro elementos da natureza – terra, ar, água e fogo. Outro detalhe interessante mencionado pelo líder dos Lakota diz respeito aos símbolos encontrados nos destroços do UFO acidentado em Roswell. Segundo ele, cada um daqueles criptogramas tinha dois significados, referindo-se um às lendas universais e, o outro, às espirituais. “Vários de nossos irmãos nativos estiveram próximos do local da queda e se sensibilizaram com os mortos”, diz. A exposição dos pensamentos de Standing Elk é seguida pela do conselheiro espiritual da nação Oglala Floyd Hand, já plenamente aculturado, que fala dos seres denominados de avatáres. Tais figuras, semelhantes aos mestres Jesus, Buda e Maomé, seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam vários formatos. A lenda da Mulher Bisão Branco, por exemplo, é um deles. Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos a acontecer no futuro, a maioria dos quais confirmados. A lenda fala de um ser que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo nativo através de um meio de conhecimento do tipo universal. Sua presença entre os peles-vermelhas veio a influenciar de maneira notável seus modelos de vida social. Hand explica que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres. Segundo ele, o povo das estrelas retornará à Terra brevemente e tal acontecimento será precedido por algumas mudanças. A primeira delas está estreitamente ligada aos fenômenos naturais, como as inundações, terremotos e incêndios florestais.


Os índios Xikrin, uma das muitas facções da nação Kayapó, do Alto Xingu. Eles acreditam ser descendentes de seres espaciais e ainda realizam rituais de homenagem a eles

“Nos próximos anos, grande parte do território mundial sofrerá uma seca extremamente intensa e se registrará um considerável aumento de mortes devido à falta de alimentos”, declarou Hand. Os fenômenos El Niño e La Niña são confirmações indiretas de tal profecia e voltarão a se repetir no futuro, cada vez com mais intensidade. A morte de milhares de africanos, todos os dias, há tantos anos, também se mostra como uma verificação da terrível previsão. Hand disse que os nativos peles-vermelhas chamam os Estados Unidos de “Ilha das Tartarugas”, pois este animal é considerado sagrado pela maior parte das antigas culturas centro-americanas. Os Hopi, por exemplo, celebram até hoje um ritual denominado Festa da Dança das Tartarugas, durante o qual são entoados cantos em honra de dois Katchinas, seres celestiais provenientes das estrelas à Terra montados em uma enorme tartaruga, segundo os nativos. Também em outros países encontramos nações indígenas que crêem que a Terra tem o formato de uma grande tartaruga…

Nações das estrelas

De maneira geral, todos os líderes espirituais que participam anualmente do Star Knowledge enfatizam a importância em se acreditar nos UFOs. Harry Charger, ancião Lakota, concentra seus ensinamentos aos presentes explicando a tradição do seu povo. Charger falou de numerosas visitas que extraterrestres teriam feito aos índios durante os rituais de iniciação – chamados de Sweat Lodge. Ele declara abertamente que as Nações das Estrelas estão preocupadas com a situação desastrosa pela qual atravessa o planeta Terra, devido às operações destrutivas do homem. O ancião afirma também que os irmãos estelares visitam sua tribo indígena há tempos, e que ele se habituou desde pequeno com a idéia de que o homem não era o único habitante do universo. Charger narra ainda uma lenda que tem como protagonista uma jovem e belíssima mulher, que aparecera a dois exploradores Lakota e transmitiu a eles seus preciosos ensinamentos espirituais. Um dos homens, entretanto, tentou seduzir a misteriosa fêmea e acabou morrendo. O outro, pelo contrário, prestou respeitosa atenção e divulgou ao seu povo as inestimáveis pérolas de conhecimento recebidas. Charger faz questão de deixar no ar uma pergunta: “Qual será a reação de cada um de nós quando o povo das estrelas retornar à Terra?” Mas não foram somente os chefes místicos das tribos que se pronunciam no competido evento. O nativo Lakota Steve Red Buffalo, um estudioso que não participa do grupo espiritual de seu povo ativamente, defende que os Lakota provêm da Constelação das Plêiades. Fala também do Chanupa, o sagrado cachimbo que simboliza a união entre a Terra e o céu. “A Terra é representada pela cavidade do cachimbo e o céu é o canal oco do mesmo, através do qual a fumaça é aspirada para depois ser expirada na direção do espaço”, comparou Buffalo. Com essa linha de abordagem, no último evento da Star Knowledge, o líder espiritual dos Dakota, Wambdi Wicasa [Homem Cervo], despertou o interesse de todos fornecendo uma interpretação totalmente nova para os círculos ingleses, em especial um encontrado a 120 km de Londres, em junho de 1995. Segundo ele, a formação tratava-se de um pictograma composto por cinco círculos concêntricos que representam a vida. A circunferência externa correspondia às Nações das Estrelas, enquanto que as mais internas representavam os quatro povos da Terra.

Segundo a cultura dos indígenas norte-americanos, cada raça do planeta representa um dos quatro elementos da natureza. A bran ca simboliza o fogo e a negra, a água. Os povos amarelos são representados pelo ar e os vermelhos, pela terra. Wicasa acredita que as quatro raças primordiais terrestres, esquecendo-se quais foram seus papéis e quais elementos representavam, cometeram graves erros e geraram a desastrosa situação de degradação ambiental em que estamos vivendo. “O espírito que me encontrou disse que toda a humanidade deveria ter recebido a mesma cultura que os povos indígenas. Como isto não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta. Nosso tempo está desde já alcançando seu término. Logo não mais existirão automóveis, televisores ou qualquer outro bem material. A Terra está prestes a entrar na quinta era. Mas antes de unir-se à dimensão espiritual, deverá viver novas e diversas épocas”, garante Wicasa.

Descendentes de extraterrestres

A tribo dos Choctaw também se pronuncia com energia nas edições do Star Knowledge e da última vez o fez através de seu representante Preston Scott, que também defende que os nativos do planeta sejam descendentes de povos extraterrestres. Scott conta a história de um jovem índio que recebeu energia de um raio de luz, fazendo a indicação de que se tratava de uma nave. Para o povo Heyoka, aliado secular dos índios Choctaw, tal acontecimento é visto como uma espécie de batismo espiritual – que, para o homem branco, é a chamada abdução. Scott narra abertamente um encontro que teve com três seres extraplanetários quando escalava uma montanha próxima à sua aldeia. As criaturas lhe instruíram a ir para a terra dos Lakota, onde receberia lições espirituais para transmitir ao seu povo. “Graças a estes ensinamentos, os Choctaw superaram o momento de crise pelo qual estavam atravessando e reencontraram o caminho correto”, afirma. Os Lakota são os que mais se pronunciam durante o evento anual, talvez por terem elos mais fortes com os povos das estrelas. Outro homem remediador da tribo, Holly Bull [Touro Sagrado], relatou ter visto um UFO sobrevoar o Bear Butte, um pico vulcânico das Montanhas Negras, considerado sagrado pelos Sioux. Bull fala amplamente dos altares que existem “na terra das Nações das Estrelas”, segundo sua expressão, descrevendo-os como lugares repletos de objetos de inestimável valor espiritual, pertencentes aos líderes místicos de cada tribo. Ele também, como outros, teve o extraordinário privilégio de encontrar um ser proveniente do céu, que se declarou profundamente preocupado com a Mãe-Terra, gravemente ferida devido à ambição humana.

Para representar a tremenda importância e magnitude de nosso planeta, Holly Bull cita as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattle, da tribo Swamish: “Esta Terra é preciosa para Deus e tratá-la mal é desprezar seu Criador. Contaminais vosso leito e uma noite sufocareis nos vossos lixos. A Terra não pertence ao homem, mas o homem pertence à Terra. Todas as coisas estão ligadas. Qualquer coisa que se sucede à Terra, procede aos filhos da Terra. O homem não teceu a trama da vida, ele é um fio. Qualquer coisa que faça à trama, faz a si mesmo. O fim da vida é o início da sobrevivência”. No entanto, para Bull, a humanidade, aprisionada em sua própria e presunçosa ignorância, não segue estas palavras. No término do último congresso realizado em Wagner, durante a cerimônia da Dança do Sol, Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano. Disse que, num futuro próximo, deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra. “Este período será de grandes provas e virá seguido por mil anos de paz”, fala o sábio guerreiro. Ainda de acordo com ele, existiriam entidades e forças que não desejam a tranqüilidade e que a verdade seja revelada, o que faria finalmente do homem um ser livre. Mas os peles-vermelhas estão convictos de que as profecias já estão acontecendo, graças a um relacionamento milenar entre eles e seres extraterrestres. Standing Elk não hesita em declamar o que chama de a derradeira mensagem: “Depois que a última árvore tenha sido derrubada. Depois que o último rio tenha sido envenenado. Depois que o último peixe tenha sido capturado. Então, descobrirás que o dinheiro não pode ser comido”.

Autor: Sonia Cordella
Fonte: UFO Especial 31
Crédito da foto: Smithsonian Institute

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