sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Buraco de Minhoca



Imagine um transporte para qualquer parte do Universo, não se trata de espaçonaves, e sim por um passeio por um Buraco de Minhoca, um túnel teórico que forma buracos no espaço e no tempo. Em teoria, um Buraco de Minhoca é formado por uma garganta conectada a duas bocas, que se situam em locais diferentes no espaço, o que é espantoso pois, vamos tirar como exemplo a galáxia de Andrômeda, nunca chegaríamos lá mesmo viajando na velocidade da Luz em menos de 600 mil anos, o que poderia ser feito por um buraco de minhoca em segundos.



Muitos pensão se um Buraco de minhoca existe ou se é mais um contructo matemático imaginado por Einstein, porém, a Teoria da Relatividade Geral permite a existência de Buracos de Minhoca, em 1930, Einstein e Nathan Rosen calcularam as equações de um túnel intergaláctico conhecido por A Ponte Einstein Rosen, portanto, um Buraco de Minhoca é uma solução das equações de Einstein para a Relatividade Geral que dizem como a gravidade funciona, ele é hipotético e o que ele faz é conectar diferentes partes do espaço e do tempo, O Buraco de Minhoca matemático surgiu do estudo de Buracos Negros.

Einstein não imaginou um Buraco de minhoca como um meio para viagens espaciais, um Buraco de Minhoca é criado teoricamente em algum momento no tempo, ele se abre e depois se fecha, se algo tentar atravessa-lo será esmagado quando ele se fechar.

Um Buraco de Minhoca típico que descrevemos nas equações, que estudamos, é instável, desaparece em um tempo incrivelmente curto então é preciso ter um modo de mantê-lo aberto, essa instabilidade foi descoberta nos anos 60, e o conceito deixou de ser pesquisado, após o livro lançado por Carl Sagan nos anos 90, chamado Contato, os físicos teóricos que estudavam a Teoria da relatividade Geral começaram a investigar se poderia existir um buraco de minhoca que ao contrário do descrito por Einstein possa ser atravessado, mas antes, teriam de impedir que o buraco se fechasse, teriam de mantê-lo aberto, isso requer algo chamado de Matéria Negativa, ou Matéria Exótica.

Nunca vimos a Matéria Negativa, ela teria propriedades anti-gravitacionais, e se um dia viermos a encontrar tal Matéria Negativa, essa poderia ser usada para estabilizar um Buraco de Minhoca.

A terminologia “ Buraco de Minhoca “ nasceu da analogia de uma maça, querendo ir de um lado da maça para uma outra extremidade, se você fosse um bicho poderia abrir caminho por dentro da maça para assim chegar ao outro lado por um caminho bem mais curto.

Os Físicos não sabem se um buraco de minhoca acontece naturalmente no Universo, uma possibilidade que os Físicos imaginam que poderia permitir a construção de buracos de minhoca seria explodi-los do que se considera o Tecido do Espaço Tempo, que poderia mesmo conter pequenos Buracos de Minhoca surgindo e desaparecendo por causa das leis da Mecânica Quântica, esses Cientistas pensam que talvez, buracos de minhoca atravessáveis possam ser esculpidos na Espuma Quântica, uma estrutura sub-atômica similar a bolhas que possam existir por todo o Universo numa escala um bilhão de trilhões de vezes menor que o núcleo de um átomo, é óbvio que o leitor esta coçando a cabeça e pensando que isso é inviável, realmente é, considerando qualquer tecnologia que conhecemos, mais ao menos, é algo que podemos imaginar.

Re-intero ainda que as leis da Física permitem a existência de Buracos de Minhoca, falamos até agora quanto a viagens no espaço, mas e quanto as viagens no tempo?, a Teoria da Relatividade Geral de Einstein revela que é possível viajar no tempo para o futuro, o tempo é percebido de modo diferente dependendo de onde estamos no Universo e de como nos movemos., Por exemplo, objetos que se movem quase a velocidade da luz envelhecem menos que objetos parados, e objetos próximos a um corpo gravitacional envelhecem mais lentamente que os objetos distantes, relógios funcionam diferentes em campos gravitacionais diferentes.

Relógios na superfície da Terra andam um pouco mais devagar do que relógios nos céus, um exemplo disso é que os relógios num GPS num sistemas de satélite andam um pouco mais de pressa que os relógios aqui na terra porque estão em um campo gravitacional mais fraco, os cientistas e engenheiros que planejam os GPS tem que levar em conta essa diferença nos relógios, por que se não, todos os GPS em todo o mundo não funcionariam, você sairia do Rio de Janeiro em direção a São Paulo e acabaria em Minas Gerais

Os Físicos estudaram a possibilidade de um Buraco de Minhoca tornar possível não só a viagem para o futuro como também para o passado,. Se houvesse um buraco de minhoca com uma boca perto da Terra, e a outra no centro da Galáxia, a velocidade do Fluxo de Tempo seria diferente em cada boca, e também no universo externo, mas se olhássemos diretamente para um buraco de minhoca, essas diferenças nas velocidades relativas vistas externamente e no interior do buraco, é que poderia converte-lo em uma máquina do tempo.

Só que ao passo de a física corroborar com essa hipótese, a viajem ao passado cria paradóxos perturbadores, como por exemplo, se eu voltar no tempo e matar meu avô, ele não seria pai do meu pai, que por sua vez não me teria, isso significa que eu não teria conseguido ir ao passado para começar.

Fontes: Teoria Especial da Relatividade / Teoria Geral da Relatividade - Albert Einstein , Contact - Carl Sagan,

domingo, 12 de dezembro de 2010

A NASA


Em coletiva de imprensa realizada hoje, a NASA anunciou a descoberta de um ser vivo que, mesmo morando na Terra, é diferente de qualquer outra criatura já encontrada e pode ser o primeiro passo para redefinir o sentido da palavra “vida”.


“É extremamente importante porque essa foi a 1ª vez que se descreveu um organismo que é capaz de sobreviver sem fósforo, usando arsênico no lugar”, explica o Dr. Douglas Galante, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo.

O organismo em questão é uma bactéria encontrada no lago Mono, na Califórnia, e descrito em um trabalho pela pesquisadora Felisa Wolfe-Simon na Science. Nesta bactéria, o arsênico, que é considerado um elemento extremamente tóxico para outros seres vivos, está presente do DNA, nas proteínas, no ATP e é usado em todos os seus processos metabólicos.

Embora fósforo e arsênico tenham propriedades químicas parecidas, este é muito mais instável. De alguma forma, a bactéria encontrada tem mecanismos que conseguem lidar com o arsênico de forma nunca antes vista em um ser vivo, o que pode significar que ela evoluiu paralelamente, separada de todo o resto que conhecemos.

“Ela pode ser definida como uma quebra de paradigmas. A descoberta muda nossa maneira de buscar vida fora da Terra”, diz Galante, que atualmente coordena a montagem do laboratório de Astrobiologia da USP; a ciência define o estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no universo.

“Até hoje, todos os organismos vivos que conhecíamos precisavam de seis elementos básicos para a vida: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo, enxofre”, explica Galante. Essa lista de elementos básicos é conhecida como CHONPS (as iniciais de cada elemento na tabela periódica) e servia de base para a NASA realizar buscas por vida extraterrestre – mas acaba de mudar...

Durante a coletiva, o professor James Elser, da Universidade do Arizona, afirmou que, durante tod aa sua carreira, ele tevea certeza de que o fósforo era essencial para todas as formas de vida. "Até hoje, todos os organismos usavam fórforo no seu metabolismo. Mas essa pesquisa muda tudo...", disse ele.

ETs no meio de nós

Ao buscar por vida fora da Terra, astrônomos costumam usar o termo “life as we know it” ou “vida como a conhecemos”. “Sempre que a gente busca vida fora da Terra, a gente usa o exemplo daqui, pois buscar vida como a gente não conhece é difícil. Afinal, como saber o que procurar?”, explica o pesquisador.

Isso significa que as agências espaciais e pesquisadores usam como base a temperatura, a pressão e a presença de elementos, como água e CHONPS, para encontrar seres vivos em outras luas e planetas. A descoberta dessa bactéria no lago Californiano abre, portanto, a possibilidade de buscarmos vida em regiões ricas em arsênico. “Este pode ser o primeiro exemplo de life as we don´t know it”, diz Galante.

A teoria de vida desconhecida não é exatamente nova. Já há alguns anos, um pesquisador chamado Paul Davies vem propondo que existem microorganismos que têm metabolismo tão diferente, tão único, que nós não conseguiríamos detectá-los como “vida”. “É como se tivéssemos ETs entre nós – como até mesmo organismos sem DNA. Esta bactéria parece ser o primeiro exemplo dessa biosfera oculta na Terra”, explica Galante.

As busca por esses organismos diferentes são feitas nos chamados Extremófilos, ambientes que têm condições muito diferentes das condições médias do planeta. Podem ser muito quentes, ou muito frios, com pressão muito alta ou muito baixa, excesso de radiação e salinidade, ausência de umidade ou, no caso do lago Mono da Califórnia, uma quantidade excessiva de arsênico. “É no fundo dos lagos, pólos da Terra, vulcões, desertos, por exemplo, que buscamos por organismos que seriam modelos do que poderia sobreviver fora da Terra”, diz Galante. A ideia faz sentido, uma vez que jamais se encontrou um ambiente parecido ao terrestre no espaço – mas há muitos dos chamados Extremófilos.

O lago Mono, na Califórnia, se encaixa nessa categoria devido às suas altas concentrações de arsênico. Os pesquisadores já conheciam a bactéria em questão, e também sabiam que qualquer criatura que sobrevive no lago deve ser tolerante a arsênico. Ser tolerante não é novidade – mas o que a bactéria faz, sim. “O que os pesquisadores fizeram foi pegar os organismos do lago e colocá-los em meios com cada vez menos fósforo e cada vez mais arsênico, até chegar a um ambiente que só possuía arsênico”, explica Galante. Dessa forma eles descobriram que somente essa bactéria sobrevivia na ausência de fósforo, usando arsênico em seu lugar.

“Esta é somente a ponta do iceberg. Podemos esperar a descoberta de outros organismos que expandem nosso conceito de vida”, diz Galante. O pesquisador explica que, da mesma forma que o arsênico substitui o fósforo na bactéria, pode ser possível que algum organismo possua silício no lugar do carbono. “Apesar das semelhanças químicas, um organismo assim talvez tivesse um metabolismo muito lento e se pareceria muito mais com um cristal. E aí? Será que nós reconheceríamos um cristal que crescesse como forma de vida?”

A descoberta também tem outras implicações. “Isso pode indicar que, em algum momento, a vida fez essa escolha: ou usa arsênico, ou usa fósforo.Esse organismo talvez seja um fóssil muito remoto, um braço diferente de evolução na vida terrestre”, diz Galante.

Como disse a Dra. Felisa, durante a coletiva, “O que mais podemos encontrar?”.


sábado, 13 de novembro de 2010

Gigantes... Mistério ou mito?


Os Incas e os Maias acreditavam que existia na terra uma raça de Gigantes antes do grande Dilúvio, o mesmo se deu com muitas outras antigas civilizações, alguns os tomaram por Deuses, outros reproduziram suas imagens em pedra ou escreveram sobre eles em suas histórias, Os Gregos e os Romanos falaram de sangue que caiu do céu, indo pingar no colo da Deusa Gaia, gerando os Titãs, uma raça de temidos Gigantes.

Talvez o mais conhecido tenha sido Golias, o Filisteu, um dos Cinco irmãos Gigantes

Segundo o Midrash, o Livro sagrado dos Judeus, fala que a Arca da Aliança foi construída por Gigantes, e diz que em dado tempo, a arca havia sido roubada pelo exército Israelita, então Golias, abrindo caminho por todo o exército inimigo, colocou a Arca sobre os Ombros e a trouxe de volta ao acampamento dos Filisteus.

A apenas 3 quilômetros de onde a famosa luta entre Davi e Golias aconteceu, existe um monte de uns 25 metros de altura, por séculos o povo local acredita que esse monte é a sepultura de Golias, mas no entanto, tal monte nunca foi escavado.

No meio Oeste americano, também existem montes que dizem ser sepulturas, segundo o Historiador Brad Steiger, autor do livro “worlds before our own” (mundos antes da nossa própria ), ele diz que foram abertas sepulturas coletivas de Gigantes no meio Oeste, algumas delas com homens medindo 3 metros e 1/2 , e com mulheres de 2,10 metros de altura, ele diz ainda que nessas sepulturas, os crânios achados contavam com chifres ou até duas fileiras de dentes, vários crânios continham essas anomalias

Ele também conta que na cidade de Bradville Falls, na Califórnia, foi descoberto por um grupo de mineiros, uma parede com hieróglifos desconhecidos, a princípio acreditaram que iriam encontrar ouro por de trás da parede, mas após derrubada, o que foi encontrado foi uma múmia de uma mulher segurando uma criança, e ambos cobertos de pele, essa mulher media cerca de 2 metros e 18., Vários corpos como essa múmia de Bradville Falls foram encontrados em várias partes do mundo, como Grécia, Itália, Oriente Médio, México, e mesmo que descartemos alguns como sendo mistificação ou interpretação errônea de alguma outra coisa, ainda nos resta evidências suficientes para demonstrar que em certa época eles caminharam sobre a terra.

Gigantes e Stonehenge


Os Gigantes também fazem parte da mitologia de Stonehenge, sem dúvida a mais famosa estrutura megalítica do mundo, essas sólidas pedras eretas, a maior com 10 metros de altura e pesando 50 toneladas, foram erigias a milhares de anos, os primeiros bretões chamaram esse círculo de pedras de “ Dança de Gigantes “ e acreditavam ter sido construído por Gigantes.

A Roda de Refaím

Existe também um monumento em pedra nas colinas de Golã, a 80 quilômetros de Damasco, chamado de Gilgal Refaim, ou ( Roda da Rafaim ), cujo diâmetro é de 155 metros, estima-se que tenha sido construído com 40 mil toneladas de pedras soltas, e é extraordinariamente parecido som Stonehenge, ambos foram datados com cerca de 5 mil anos de idade, e assim como Stonehenge, o Gilgal também esta relacionado com Gigantes

Existe um texto bíblico que parece corroborar para essa relação entre o Roda da Rafaim e Gigantes, quando os israelitas chegaram a Golã, e escreveram a sua Bíblia, o monumento já estava lá, e eles o viram, e registraram o local como sendo a região governada por Og, o Rei de Bashan, Og é descrito no livro Bíblico do Deuteronômio da seguinte forma:

“ Og, Rei de Bashan, era o único que restava da raça dos Refaitas”, e Refaita é a palavra hebraica para Gigante

Gigantes na ilha de Malta


A ilha era conhecida como o último reduto dos Gigantes da Europa, lá existem vários templos gigantescos. que remontam ao passado, estima-se que foram construídos entre 5 e 6 mil anos antes de Cristo, na planície de Gozio, existe um chamado de “Ticantila”, ou Templo dos Gigantes.

Lendas locais dizem que esse templo foi construído por uma Giganta Sunsuna, e consta com blocos entre 5 a 13 toneladas

Gigantes na Bolívia

A cerca de 30 quilômetros do lago Titicaca, existem gigantescas plataformas de pedra por toda a parte, a maior delas com 29 metros de comprimento, seu peso calculado em 900 toneladas, e isso esta em um lugar a 4200 metros de altitude nos Andes, o que significa a ausência de árvores, de madeira, absolutamente nada que pudesse ser usado para transportar uma laje de 900 toneladas, fatos como esses podem ser vistos, tocados, mas não se consegue explicar,

Gigantes na Bíblia

Se observarmos a Bíblia não como um livro santo, mas sim como um livro de relatos históricos, podemos retirar vários textos que fazem menção a Gigantes, como o que já foi citado nesse post, existe um outro no livro dos Números que diz que Moises, após vagar por vários meses com seu povo, mandou batedores para achar um local no qual pudessem de estabelecer, seus batedores foram para o norte, para Ebron, e ao retornar, eles relataram : “” Todos que vimos ali eram Gigantes, e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também lhes parecíamos””

Se olharmos as Escrituras haviam sinais de Gigantes naqueles tempos, e se interpretarmos isso literalmente ao invés de simbolicamente, que simplismente haviam homens poderosos e com poderes extraordinarios, podemos sim afirmar que os primeiros homens, que os primeiros humanos eram Gigantes, podemos também teorizar que esses primeiros Gigantes vieram de algum outro lugar e criaram na terra uma colônia

Gigantes Extraterrestres

Esse conceito por si só é uma coisa surpreendente, porém, um povo mais antigo que os Israelitas acreditavam nela, eles escreveram que os Gigantes eram povos celestiais, que vieram não da terra, mais de outro planeta.

No atual Iraque, por volta de 6 mil anos, habitou o local uma civilização com cultura muito avançada, eram chamados de Sumérios, eles foram os pioneiros de quase tudo que constitui nossa sociedade atual, criaram o primeiro congresso com duas câmaras, a primeira escrita, o primeiro sistema de escolas, sabedores de todas essas façanhas, nos perguntamos, de onde vem tudo isso?, creio que temos que recorrer aos próprios antigos Sumérios, e em todos os lugares, em todas as inscrições Sumérias vemos que sempre é dito que todo o seu avançado conhecimento veio de seres vindos dos céus, os chamados Ananocs, e após analisar os escritos Sumérios, renomados historiadores afirmam que esse povo, os Ananocs, eram pelo menos um terço maiores que os humanos, portanto, eram Gigantes




Este lacre cilíndrico Sumério, do museu de Berlin, é surpreendente por várias razões.,
Primeiro ele retrata nosso sistema solar com o Sol ao centro, e os planetas espalhados em torno dele, um fato desconhecido da ciência Européia a cerca de 300 anos atrás,

Mostra também o planeta Urano, que nós só descobrimos em 1930, e incrivelmente existe um outro planeta que os Sumérios chamavam de Nibiru, o que acreditavam ser o lugar de onde os Ananocs, ou Gigantes Celestiais teriam vindo



Fontes: Worlds Before Our Own, Bíblia Sagrada das Escrituras, The Eyes of The Sphinx, Arquitetos do Submundo, The Cosmic Code